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🏭 Bhopal

Pessoas no dossiê jurídico de Bhopal

Warren Anderson, Keshub Mahindra, Rajiv Gandhi, o tribunal de 2010, Satinath Sarangi e grupos de reclamantes.

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Respostas curtas

O que vazou em Bhopal?

Isocianato de metilo de um tanque de armazenamento na central de pesticidas da UCIL na noite de 2–3 de dezembro de 1984. A página não discute como manejar ou libertar o químico. O facto público é uma exposição urbana descontrolada.

Quantas pessoas morreram?

O número oficial de mortos imediatos muitas vezes citado é 2.259. Declarações posteriores do governo indiano usaram cerca de 3.500 mortes nos primeiros dias e mais de 15.000 mortes relacionadas com o gás ao longo dos anos seguintes. Estimativas de campanha correm mais altas. Todas estas são cifras publicadas datadas, não um único censo.

O que foi o acordo de 1989?

A UCC pagou 470 milhões de dólares à União da Índia sob ordens do Supremo de 14–15 de fevereiro de 1989 para resolver pretensões civis. Os processos penais foram primeiro anulados e depois reavivados. A distribuição do dinheiro aos reclamantes levou anos e permanece criticada.

Quem foi condenado?

Em 7 de junho de 2010 um tribunal de Bhopal condenou sete antigos oficiais da UCIL, incluindo o presidente Keshub Mahindra, e a companhia indiana de causar a morte por negligência (IPC 304A) e counts relacionados. As penas foram de dois anos e multas. Um oitavo acusado tinha morrido. Warren Anderson não estava no banco dos réus.

Por que o estado é «misto»?

As pretensões civis foram liquidadas; o direito penal produziu só condenações de negligência de empregados indianos; o executivo da mãe americana nunca foi julgado na Índia; o dossiê de contaminação do sítio da fábrica não está fechado. Esses resultados não somam a uma única palavra como convicted ou closed.

Que leis indianas se seguiram?

O Act de processamento de pretensões de 1985, o Environment (Protection) Act 1986 e o Public Liability Insurance Act 1991. Juntos centralizaram a representação dos reclamantes, a regulamentação ambiental e o seguro industrial sem culpa.

1984Bhopal, Índiamixed

Comece por esta secao - Pessoas

1984

O executivo americano tornou-se o rosto em língua portuguesa. Os homens condenados foram empregados indianos uma geração depois.

Nomes médicos e de campanha seguram o dossiê crónico que nem o acordo nem as penas de dois anos fecharam.

Pessoas

Warren Anderson

Presidente, Union Carbide Corporation

Preso na Índia em dezembro de 1984, libertado sob fiança, regressou aos Estados Unidos e morreu em 2014 sem enfrentar julgamento indiano. A extradição falhou. A memória em português trata-o como o réu ausente da companhia-mãe.

Keshub Mahindra

Presidente, UCIL

O mais proeminente dos acusados indianos condenados em 7 de junho de 2010 de causar a morte por negligência. A pena de dois anos, após a redução de acusação de 1996, foi amplamente chamada incomensurável com a escala.

Rajiv Gandhi

Primeiro-ministro da Índia

O seu governo enquadrou o Act de pretensões de 1985 e a primeira estratégia de litígio internacional. O papel da União como único reclamante ainda estrutura quem pode liquidar.

Juiz Judicial Chefe, Bhopal (2010)

Tribunal de julgamento no caso penal

Após mais de duas décadas e uma acusação reduzida, o tribunal de 2010 entrou as primeiras condenações de oficiais da UCIL. Recursos e crítica seguiram-se de imediato.

Satinath Sarangi

Clínica Sambhavna Trust

Um esforço médico e de documentação independente de longa data em Bhopal que investigadores em português usam quando os registros oficiais param. Representa o dossiê crónico, não o da noite.

Organizações de reclamantes de Bhopal

Grupos de sobreviventes e de campanha

Desde os primeiros comités de socorro até à International Campaign for Justice in Bhopal, estes grupos mantiveram o sítio, as penas de 2010 e o estatuto de sucessor da Dow no argumento público em português e em hindi.

O poder nomeado partiu. Empregados nomeados foram condenados tarde e de leve. Clínicas nomeadas ficaram.

Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico. Não é um como-fazer. Sem detalhe gráfico. Guerras ficam em outro atlas.

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