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Tudo sobre reabilitação

Fases de reabilitação

Fases agudas de retorno à atividade em todo o local, com faixas semanais e carga típicas.

Etiquetas típicas de fases e faixas semanais de todos os temas, reunidas em um só lugar.

Dias–2 sem. 🦒 Pescoço — Acalmar e proteger

Reduzir irritabilidade, proteger tecidos em cicatrização, manter articulações vizinhas em movimento. · 20% Carregar

2–6 sem. 🦒 Pescoço — Restaurar movimento e controlo

Expandir amplitude confortável, reintroduzir carga leve e drills de controlo motor. · 45% Carregar

4–12 sem. 🦒 Pescoço — Construir capacidade

Progredir força, resistência e qualidades de armazenamento de energia rumo às exigências do objetivo. · 70% Carregar

8–24+ sem. 🦒 Pescoço — Retorno e prevenção

Exposição à tarefa, planos de monitorização e hábitos de prevenção de recidiva. · 95% Carregar

0–2 semanas 🔙 Região lombar — Gestão de sintomas agudos

Ênfase em manter-se tão activo quanto tolerável, evitar repouso prolongado no leito e usar movimentos direccionais que aliviem sintomas. · 15% Carregar

2–4 semanas 🔙 Região lombar — Restauro do movimento

Trabalho de mobilidade suave e exercícios precoces de activação do core visam restaurar movimento confortável em todas as direcções. · 35% Carregar

4–8 semanas 🔙 Região lombar — Construção de core e força

Exercícios progressivos de estabilização e reforço do tronco, anca e pernas constroem a capacidade necessária para levantamento e actividade prolongada. · 60% Carregar

8–12+ semanas 🔙 Região lombar — Regresso à função plena

Carga mais pesada e funcional, incluindo mecânica de levantamento e tarefas específicas de desporto ou trabalho, é reintroduzida antes do regresso irrestrito à actividade. · 90% Carregar

0–2 semanas ⭕ Core (tronco) — Activação e consciência

Aprender a isolar e activar os músculos estabilizadores profundos sem substituir por músculos maiores e mais superficiais. · 20% Carregar

2–4 semanas ⭕ Core (tronco) — Construção de resistência

Sustentações estáticas e exercícios anti-movimento de baixa carga constroem a resistência muscular necessária para suporte postural sustentado. · 40% Carregar

4–6 semanas ⭕ Core (tronco) — Estabilidade dinâmica

Exercícios que combinam movimento dos membros com estabilização do tronco desafiam o core a resistir ao movimento em condições mais realistas. · 65% Carregar

6–10+ semanas ⭕ Core (tronco) — Treino com carga e específico do desporto

Transportes com carga mais pesados, exercícios de potência rotacional e exercícios específicos do desporto preparam o tronco para actividade de maior exigência. · 90% Carregar

0–3 semanas 🏋️ Ombro — Gestão da dor e do movimento

Amplitude de movimento suave e estratégias de alívio da dor visam reduzir a irritação sem permitir que o ombro enrijeça. · 15% Carregar

3–6 semanas 🏋️ Ombro — Activação do manguito rotador

Exercícios isométricos de baixa carga e com resistência ligeira começam a restaurar a activação dos músculos do manguito rotador e da escápula. · 40% Carregar

6–12 semanas 🏋️ Ombro — Fortalecimento progressivo

A resistência aumenta gradualmente numa amplitude de movimento mais completa, construindo a força necessária para tarefas diárias e ocupacionais. · 65% Carregar

12–20+ semanas 🏋️ Ombro — Regresso à actividade acima da cabeça ou desportiva

Movimentos de maior carga, acima da cabeça e específicos do desporto são reintroduzidos progressivamente antes do regresso pleno à actividade. · 90% Carregar

0–3 semanas 🦾 Cotovelo — Carga isométrica e modificação da actividade

Isometrias e actividade agravante reduzida visam acalmar a irritação mantendo alguma carga tendinosa. · 20% Carregar

3–6 semanas 🦾 Cotovelo — Carga isotónica progressiva

Exercícios concêntricos e excêntricos ligeiros são introduzidos e a resistência aumentada gradualmente conforme tolerado. · 45% Carregar

6–12 semanas 🦾 Cotovelo — Treino de resistência lenta pesada

Exercícios de resistência mais pesados e lentos constroem capacidade tendinosa e força de agarre para trabalho ou desporto. · 70% Carregar

12–16+ semanas 🦾 Cotovelo — Regresso à actividade desportiva ou ocupacional

Movimentos específicos do desporto ou trabalho — incluindo swing de raquete ou tarefas de agarre repetitivo — são reintroduzidos progressivamente antes do regresso pleno. · 90% Carregar

0–2 semanas ✋ Punho e Mão — Gestão da irritação

Órtese, modificação da actividade e deslizamento suave nervoso ou tendinoso visam reduzir irritação sem imobilização completa. · 15% Carregar

2–4 semanas ✋ Punho e Mão — Mobilidade e activação ligeira

Alongamento suave e fortalecimento ligeiro começam a restaurar movimento confortável e activação inicial tendinosa ou muscular. · 35% Carregar

4–8 semanas ✋ Punho e Mão — Fortalecimento progressivo

Fortalecimento de agarre, beliscar e punho aumenta progressivamente para reconstruir capacidade para tarefas repetitivas. · 60% Carregar

8–12+ semanas ✋ Punho e Mão — Regresso à actividade ocupacional ou desportiva

Prática específica de tarefas e actividades de maior repetição são reintroduzidas antes do regresso irrestrito a uso exigente da mão. · 90% Carregar

0–2 semanas 🦴 Anca — Gestão da dor e carga

Modificação de actividade e trabalho suave de amplitude de movimento visam reduzir a irritação mantendo o máximo de movimento normal tolerado. · 20% Carregar

2–4 semanas 🦴 Anca — Mobilidade e activação

Alongamentos suaves e exercícios precoces de activação glútea começam a restaurar movimento confortável e controlo muscular inicial. · 40% Carregar

4–10 semanas 🦴 Anca — Fortalecimento progressivo

Exercícios de resistência para músculos glúteos e da anca aumentam progressivamente para reconstruir força para caminhar e subir escadas. · 65% Carregar

10–16+ semanas 🦴 Anca — Regresso à actividade total ou específica do desporto

Movimentos funcionais e específicos do desporto com carga mais elevada são reintroduzidos antes do regresso irrestrito a actividade exigente. · 90% Carregar

0–2 semanas 🦵 Joelho — Gestão da dor e inchaço

Modificação de actividade, trabalho suave de amplitude de movimento e gestão do inchaço visam acalmar sintomas agudos. · 20% Carregar

2–4 semanas 🦵 Joelho — Mobilidade e activação

Restaurar amplitude de movimento confortável e reactivar músculos do quadríceps e da anca torna-se o foco principal. · 40% Carregar

4–10 semanas 🦵 Joelho — Fortalecimento progressivo

Exercícios de resistência para quadríceps, isquiotibiais e músculos da anca aumentam progressivamente para reconstruir força funcional. · 65% Carregar

10–16+ semanas 🦵 Joelho — Regresso à actividade total ou específica do desporto

Movimentos de carga mais elevada, pliométricos e específicos do desporto são reintroduzidos antes do regresso irrestrito a actividade exigente. · 90% Carregar

0–6 semanas 🩹 LCA — Recuperação precoce e restauro de movimento

Reduzir inchaço, restaurar extensão total do joelho e reactivar o quadríceps são os objectivos precoces principais após lesão ou cirurgia. · 15% Carregar

6–16 semanas 🩹 LCA — Força e controlo neuromuscular

Treino de resistência progressivo e exercícios de equilíbrio reconstróem força e controlo em preparação para movimento mais exigente. · 45% Carregar

16–28 semanas 🩹 LCA — Fortalecimento avançado e progressão de corrida

Corrida, treino pliométrico e de agilidade são gradualmente introduzidos à medida que força e controlo continuam a aproximar-se dos níveis pré-lesão. · 70% Carregar

28–40+ semanas 🩹 LCA — Treino e testes de regresso ao desporto

Exercícios específicos do desporto e testes formais de regresso ao desporto, incluindo simetria de força e desempenho de salto, determinam prontidão para actividade irrestrita. · 90% Carregar

0–1 semanas 🦶 Tornozelo e Pé — Protecção e movimento precoce

Protecção breve juntamente com trabalho precoce suave de amplitude de movimento visa gerir o inchaço evitando imobilização prolongada. · 15% Carregar

1–3 semanas 🦶 Tornozelo e Pé — Mobilidade e restauro do equilíbrio

Exercícios de mobilidade do tornozelo e treino precoce de equilíbrio começam a restaurar movimento normal e controlo proprioceptivo. · 40% Carregar

3–6 semanas 🦶 Tornozelo e Pé — Fortalecimento progressivo

Fortalecimento da panturrilha e do pé aumenta progressivamente para reconstruir a capacidade necessária para marcha, corrida e mudanças de direcção. · 65% Carregar

6–10+ semanas 🦶 Tornozelo e Pé — Regresso ao desporto ou actividade de alto impacto

Saltos, mudanças de direcção e exercícios específicos do desporto são reintroduzidos antes de um regresso irrestrito a actividade exigente. · 90% Carregar

0–3 semanas ⚖️ Equilíbrio — Equilíbrio estático apoiado

Tarefas básicas de equilíbrio em pé são praticadas com apoio próximo, focando segurança e técnica correcta. · 20% Carregar

3–6 semanas ⚖️ Equilíbrio — Equilíbrio estático não apoiado e dinâmico ligeiro

Redução da dependência de apoio externo e introdução de tarefas dinâmicas ligeiras como transferência de peso e passos constroem confiança inicial. · 45% Carregar

6–10 semanas ⚖️ Equilíbrio — Equilíbrio dinâmico e multitarefa

Caminhar com viragens da cabeça, superfícies irregulares e desafios simples de dupla tarefa reflectem melhor exigências de equilíbrio do mundo real. · 70% Carregar

10–16+ semanas ⚖️ Equilíbrio — Treino avançado e de manutenção

Tarefas de equilíbrio mais desafiantes e imprevisíveis são introduzidas, com muitos programas a transitar para prática de manutenção contínua para além deste ponto. · 90% Carregar

0–4 semanas 🧠 Pós-AVC — Recuperação aguda e reabilitação precoce

Reabilitação tipicamente começa assim que medicamente estável, focando mobilidade básica, posicionamento e prevenção de complicações de inactividade. · 15% Carregar

4–12 semanas 🧠 Pós-AVC — Reabilitação intensiva internada ou ambulatória

Sessões de terapia estruturadas, frequentemente diárias, focam prática específica de tarefas para reconstruir movimento, força e independência funcional. · 45% Carregar

12–26 semanas 🧠 Pós-AVC — Terapia ambulatória e comunitária continuada

Frequência de terapia frequentemente diminui enquanto foco se desloca para metas funcionais de nível superior, reintegração comunitária e prática específica de tarefas continuada. · 70% Carregar

26+ semanas 🧠 Pós-AVC — Manutenção a longo prazo e participação comunitária

Muitos sobreviventes de AVC continuam alguma forma de exercício ou terapia a longo prazo para manter ganhos e, em alguns casos, continuar a melhorar significativamente para além do primeiro ano. · 85% Carregar