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📡 voo MH370

Aftermath do MH370: pecio aberto, relatório publicado

O que permanece aberto após o relatório de segurança da Malásia de 2018, e quais mitos do voo 370 o registro de radar e de destroços já limita.

Sem solução não é licença para inventar um pouso oculto ou uma acusação consumada.

O aftermath é um fundo do mar não publicado e um relatório publicado que ainda não tem causa.

Still open

Myth vs record

O avião aterrou e foi escondido.

A análise da Inmarsat, o anúncio de 24 de março de 2014 e destroços posteriores no Índico contradizem um pouso secreto com uma célula inteira.

O relatório de 2018 nomeou o capitão como a causa.

A investigação de segurança não determinou uma causa e não emitiu um achado penal contra Zaharie Ahmad Shah.

O pecio foi encontrado.

Fragmentos foram encontrados. O pecio principal e os gravadores não. O estado permanece sem solução.

Nada do avião foi alguma vez recuperado.

O flaperão da Reunião e outras peças identificadas são do 9M-MRO. Não substituem o local do pecio.

Local notes

Imprensa do Brasil e de Portugal

Folha, O Globo, Público e Expresso criaram a voz do Índico que os leitores em português ainda ouvem: uma caixa num mapa e um flaperão longe na deriva.

Português técnico por cabo

O papel londrino da Inmarsat fez do MH370 também uma história de engenharia. Explicadores da RTP e da GloboNews sobre handshakes fazem parte desse dialecto.

Televisão de true crime em português

Redes do Brasil e de Portugal preferiram muitas vezes um suspeito de cabine à causa aberta do relatório de 2018. Essas horas são fontes sobre a memória, não sobre um veredicto.

O voo MH370 continua a ser um desaparecimento sem solução cuja vida posterior em português é maior do que qualquer peça certificada do 9M-MRO.

Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.

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