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⚖️ Escândalos · Condenado

Park Geun-hye / Choi Soon-sil

Em 2016 a reportagem coreana mostrou que Choi Soon-sil usara o acesso à presidente Park Geun-hye para sacudir empresas e torcer decisões de Estado. Velas, impeachment e condenações seguiram-se.

Também chamado: Choi Soon-sil gate · protestos das velas 2016–17

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2012 Park eleitaOct 2016 Reportagem do tablet da JTBCOct–Dec 2016 Sábados de velas9 Dec 2016 Impeachment na Assembleia10 Mar 2017 O Tribunal remove Park9 May 2017 Moon eleito2017–18 Procuradores especiais2018 Park condenadaDec 2021 Park indultada2020s Afterlife chaebol
  1. Park eleita
  2. Reportagem do tablet da JTBC
  3. Sábados de velas
  4. Impeachment na Assembleia
  5. O Tribunal remove Park
  6. Moon eleito
  7. Procuradores especiais
  8. Park condenada
  9. Park indultada
  10. Afterlife chaebol
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2016Seul, Coreia do Sulconvicted

Comece por esta secao - A história

2016

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Choi Soon-sil, a confidente no centro do escândalo presidencial sul-coreano de 2016
MBC PD수첩 · CC BY 3.0 · Wikimedia Commons

No outono de 2016, redações sul-coreanas — sobretudo a JTBC, que reportou um computador tablet ligado a Choi Soon-sil — mostraram que uma confidente de longa data da presidente Park Geun-hye tinha revisto discursos presidenciais, pressionado conglomerados por dinheiro e usado o poder de Estado como um canal privado. Choi não era uma oficial eleita. Park, filha do antigo presidente Park Chung-hee, tinha ganho a eleição de 2012 como candidata conservadora do Saenuri. O escândalo colapsou a sua presidência.

De fins de outubro de 2016 a março de 2017, protestos de velas aos sábados encheram as ruas de Seul, incluindo Gwanghwamun. A Assembleia Nacional aprovou uma moção de impeachment em 9 de dezembro de 2016. O Tribunal Constitucional confirmou-a por unanimidade em 10 de março de 2017, removendo Park do cargo. Uma eleição antecipada fez de Moon Jae-in presidente. Procuradores especiais e tribunais penais julgaram depois Park, Choi e figuras empresariais incluindo Lee Jae-yong da Samsung em teorias de suborno e abuso de poder.

Park foi condenada em 2018 e recebeu uma pena longa de prisão, depois ajustada em recurso; Moon indultou-a em dezembro de 2021 por razões de saúde e de reconciliação. Choi também foi condenada. O estado é convicted: os tribunais nomearam crimes. O indulto é aftermath, não uma absolvição. Os jornais em português enquadraram as semanas das velas como uma «revolução das velas» pacífica e por vezes recorreram a metáforas de Watergate ou de Rasputin; o facto cívico coreano é uma remoção constitucional após protesto de massas, sem guerra.

Ano de pico2016–17
Impeachment9 dez 2016
Acórdão10 mar 2017
Veredito ParkCondenada 2018
IndultoDez 2021
ProtestosSábados de velas

Pontuações do dossiê

852270808875
  • Notoriedade 85
  • Mistério 22
  • Escala 70
  • Evidência 80
  • Impacto legal 88
  • Cultura 75
Notoriedade
85
Mistério
22
Escala
70
Evidência
80
Impacto legal
88
Cultura
75

Uma confidente, um tablet e um tribunal constitucional

O escândalo Park–Choi é um caso de registro público de poder informal: dispositivos vazados, dinheiro de conglomerados, multidões de velas, impeachment e condenações — depois um indulto.

O que a reportagem mostrou

A história do tablet da JTBC em outubro de 2016 e os follow-ups do Hankyoreh, do Kyunghyang e de outros documentaram as edições de discursos de Choi e o seu papel em canalizar donativos de chaebol para fundações, nomeadamente Mir e K-Sports. A acusação pública era que a autoridade de Estado tinha sido usada para solicitar ou pressionar apoio a projetos privados. Esta página não reconstrói como extrair dinheiro de uma firma.

Uma ferida cultural separada foi o desastre do ferry Sewol em 2014, já uma crise da presidência de Park. Os protestantes em 2016 ligaram as duas: um governo que tinha parecido ausente em 2014 parecia agora capturado por um círculo privado. Sewol é o seu próprio dossiê neste atlas; aqui é atmosfera política, não um segundo julgamento.

Velas como procedimento cívico

Os protestos de sábado foram grandes, intergeracionais e, nos principais eventos de Seul, notavelmente ordenados. Organizadores e polícia contaram centenas de milhares a milhões nos fins de semana de pico; os picos exatos permanecem uma banda de estimativa de imprensa. As velas tornaram-se o visual em português. O trabalho jurídico aconteceu na Assembleia e no Tribunal Constitucional.

O impeachment de 9 de dezembro de 2016 foi um voto parlamentar, não um decreto de rua. A decisão do Tribunal de 10 de março de 2017 listou abuso de poder e violação do dever de servir o público, e foi unânime. Park deixou a Casa Azul. Essa sequência é a razão pela qual legalImpact pontua alto: uma constituição viva foi usada à vista do público.

Tribunais penais após a remoção

Os julgamentos penais são um trilho diferente do impeachment. Park foi condenada em 2018 por infracções incluindo suborno e coação; a pena de primeira instância foi de 24 anos, depois modificada. Choi foi condenada em counts relacionados. O caminho de Lee Jae-yong na Samsung — prisão, condenação, recurso, indulto posterior e um afterlife separado de julgamento de fusão — é uma história de direito chaebol que os jornais financeiros em português seguiram tão de perto quanto a história da Casa Azul.

O indulto de Moon a Park em dezembro de 2021, justificado como unidade nacional e saúde, reabriu o argumento de responsabilização sem apagar as condenações. Convicted permanece o token de estado correto: um indulto é clemência, não um achado de inocência.

Como os jornais em português o contaram

A Folha, O Globo, o Público, o Expresso e a RTP descreveram «protestos das velas» e, muitas vezes, uma «revolução das velas». A palavra revolução era metafórica: o exército não tomou Seul. Os editores em português recorreram a Watergate (um presidente derrubado por um escândalo) e a Rasputin (uma confidente mística), a segunda das quais achatou Choi num tipo de stock orientalista.

A melhor cobertura em português nomeou a JTBC, o Tribunal Constitucional e o ângulo chaebol. O culturalReach fora da Coreia é alto para um caso político asiático de 2016–17 mas ainda abaixo de Watergate. Dentro da Coreia o escândalo é um marco cívico ensinado ao lado da história da democratização de 1987, não como uma cópia de Washington 1974.

Marcas de peso das batidas

Marque cada batida da cronologia já neste dossiê como sustentada, contestada ou desconhecida, com as afirmações de registro público já arquivadas. Não é um veredicto.

Marcas editoriais só neste aparelho. Enciclopédia de registro público — não é aconselhamento jurídico, nem um como-fazer, nem um ficheiro privado.

Batida da cronologiaSustentada / Contestada / Desconhecida
2012 — Park eleita

Afirmação já no ficheiro: A rua sozinha removeu a presidente.

Oct 2016 — Reportagem do tablet da JTBC

Afirmação já no ficheiro: Park nunca foi condenada.

Oct–Dec 2016 — Sábados de velas

Afirmação já no ficheiro: Choi era uma xamã a correr o Estado.

9 Dec 2016 — Impeachment na Assembleia

Afirmação já no ficheiro: Foi uma revolução violenta.

10 Mar 2017 — O Tribunal remove Park

Afirmação já no ficheiro: Foi uma revolução violenta.

9 May 2017 — Moon eleito

Afirmação já no ficheiro: Foi uma revolução violenta.

2017–18 — Procuradores especiais

Afirmação já no ficheiro: Foi uma revolução violenta.

2018 — Park condenada

Afirmação já no ficheiro: Foi uma revolução violenta.

Dec 2021 — Park indultada

Afirmação já no ficheiro: Foi uma revolução violenta.

2020s — Afterlife chaebol

Afirmação já no ficheiro: Foi uma revolução violenta.

Sete capítulos

Perguntas frequentes

O que foi o escândalo Park Geun-hye / Choi Soon-sil?
Uma crise política sul-coreana de 2016–17 em que a reportagem mostrou que Choi Soon-sil, uma confidente privada, tinha usado o acesso à presidente Park Geun-hye para influenciar discursos, decisões de Estado e donativos de chaebol. Park foi sujeita a impeachment, removida pelo Tribunal Constitucional e depois condenada. Choi também foi condenada.
O que foram os protestos das velas?
Manifestações semanais de sábado, com pico no inverno de 2016–17, sobretudo em torno de Gwanghwamun em Seul. As multidões levavam velas e exigiam a renúncia ou o impeachment de Park. Os jornais em português chamaram-lhes uma revolução das velas. A remoção jurídica foi um voto da Assembleia e uma decisão do Tribunal Constitucional, não uma tomada de poder na rua.
Quando Park foi removida do cargo?
A Assembleia Nacional fez o impeachment em 9 de dezembro de 2016. O Tribunal Constitucional confirmou o impeachment por unanimidade em 10 de março de 2017. Ela deixou a presidência nesse dia. Moon Jae-in ganhou a eleição antecipada em maio de 2017.
Park foi condenada num tribunal penal?
Sim. Em 2018 foi condenada por infracções incluindo suborno e abuso de poder e recebeu uma pena longa de prisão, depois ajustada em recurso. Moon indultou-a em dezembro de 2021. Um indulto não é uma absolvição; o token de estado permanece convicted.
Quem é Choi Soon-sil?
Uma cidadã privada e associada de longa data de Park, filha do pastor falecido Choi Tae-min. Não era ministra. Os tribunais condenaram-na pelo seu papel no esquema de influência e dinheiro. As metáforas de Rasputin em português são cor, não um cargo.
Como é que a Samsung entra no dossiê?
Os procuradores disseram que afiliadas da Samsung foram pressionadas a apoiar fundações ligadas a Choi e que uma fusão beneficiou de ajuda política. Lee Jae-yong foi condenado, recorreu e foi depois indultado num trilho separado. O português financeiro muitas vezes abriu com essa história chaebol.
Isto é o Watergate da Coreia?
Os jornais em português usaram essa analogia porque um presidente caiu após um escândalo. As instituições diferem: uma remoção pelo Tribunal Constitucional e condenações penais posteriores, não uma renúncia-mais-indulto americana do presidente antes do julgamento. Park foi julgada; Nixon não.
Os protestos tornaram-se violentos?
Os principais comícios de velas de Seul foram amplamente reportados como pacíficos e inclusivos de famílias. Este atlas não trata o escândalo como um dossiê de guerra ou de motim. Confrontos isolados noutro lado não redefinem os sábados de Gwanghwamun no registro público.

Alegação ou batida datada

Escolha o que ensinar primeiro em Park Geun-hye / Choi Soon-sil.

A alegação a testar é Park nunca foi condenada..

Ensino de registo público. Não é um veredito.

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Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico. Não é um como-fazer. Sem detalhe gráfico. Guerras ficam em outro atlas.

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