Park Geun-hye
Presidente da Coreia do Sul, 2013–17
Impeachment em 9 de dezembro de 2016, removida em 10 de março de 2017, condenada em 2018, indultada em dezembro de 2021. Filha de Park Chung-hee. O estado convicted deste dossiê é o seu afterlife penal, não o indulto.
Choi Soon-sil
Confidente privada, condenada
Não uma oficial eleita. A reportagem e os tribunais colocaram-na no centro da revisão de discursos e da angariação de fundações. Os rótulos de Rasputin em português são um hábito de imprensa. O registro de tribunal é influência e dinheiro.
Redação da JTBC
Emissora que arejou o dossiê do tablet
A reportagem do tablet de outubro de 2016, com outros meios coreanos, tornou a história de captura inegável em público. As peças em português que saltam o cabeçalho saltam o verdadeiro primeiro motor.
Tribunal Constitucional da Coreia
Removeu a presidente, 10 de março de 2017
A confirmação unânime do impeachment é a peça cívica. As velas da rua não escreveram o acórdão; oito juízes escreveram (um lugar vago).
Moon Jae-in
Presidente sucessor; emitiu o indulto de 2021
Ganhou a eleição antecipada de maio de 2017. A sua clemência de dezembro de 2021 a Park reabriu o argumento de responsabilização sem anular as condenações de 2018.
Lee Jae-yong
Herdeiro da Samsung, trilho penal paralelo
Os procuradores ligaram o apoio da Samsung a fundações ligadas a Choi a ajuda política numa fusão. Condenação, recurso e indulto posterior fizeram dele o rosto empresarial global do escândalo no Valor e no Jornal de Negócios.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.