A história é poder informal exposto pelo jornalismo, depois removido por procedimento constitucional e punido em tribunal penal.
As imagens públicas são um tablet, uma vela e um banco de tribunal — não um campo de batalha.
Beats
- Um tablet e uma confidente
Em outubro de 2016 a JTBC e outros meios coreanos mostraram o alcance de Choi Soon-sil nos discursos de Park e na angariação de fundos de chaebol. A presidência tornou-se uma história de captura.
- Sábados em Gwanghwamun
As multidões de velas cresceram em novembro e dezembro. As câmaras em português chegaram. A exigência era renúncia ou impeachment, não uma junta nova.
- Nove de dezembro de 2016
A Assembleia Nacional faz o impeachment de Park. Ela é suspensa. O Tribunal Constitucional toma o dossiê.
- Dez de março de 2017
O Tribunal confirma o impeachment por unanimidade. Park deixa o cargo. Uma eleição de maio traz Moon Jae-in à Casa Azul.
- Condenações, depois um indulto
Park e Choi são condenadas. O trilho chaebol de Lee Jae-yong corre ao lado. Moon indulta Park em dezembro de 2021. A clemência não reescreve os vereditos.
A história Park–Choi é um escândalo cívico condenado: velas na rua, um tribunal no meio e um indulto no fim.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.