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⚖️ Park Geun-hye / Choi Soon-sil

História do escândalo Park–Choi, 2016–18

Como a reportagem da JTBC em 2016, os protestos das velas e uma decisão do Tribunal Constitucional acabaram a presidência de Park Geun-hye.

A história é poder informal exposto pelo jornalismo, depois removido por procedimento constitucional e punido em tribunal penal.

As imagens públicas são um tablet, uma vela e um banco de tribunal — não um campo de batalha.

Beats

  1. Um tablet e uma confidente

    Em outubro de 2016 a JTBC e outros meios coreanos mostraram o alcance de Choi Soon-sil nos discursos de Park e na angariação de fundos de chaebol. A presidência tornou-se uma história de captura.

  2. Sábados em Gwanghwamun

    As multidões de velas cresceram em novembro e dezembro. As câmaras em português chegaram. A exigência era renúncia ou impeachment, não uma junta nova.

  3. Nove de dezembro de 2016

    A Assembleia Nacional faz o impeachment de Park. Ela é suspensa. O Tribunal Constitucional toma o dossiê.

  4. Dez de março de 2017

    O Tribunal confirma o impeachment por unanimidade. Park deixa o cargo. Uma eleição de maio traz Moon Jae-in à Casa Azul.

  5. Condenações, depois um indulto

    Park e Choi são condenadas. O trilho chaebol de Lee Jae-yong corre ao lado. Moon indulta Park em dezembro de 2021. A clemência não reescreve os vereditos.

A história Park–Choi é um escândalo cívico condenado: velas na rua, um tribunal no meio e um indulto no fim.

Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.

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