O choque de reportagem é o outono de 2016. O choque constitucional é o inverno de 2016–17. O choque penal é 2018.
Sewol (2014) é atmosfera e um dossiê separado, não uma data nesta lista de crime.
Timeline
- Park eleita
Park Geun-hye ganha a presidência. Choi Soon-sil já é uma associada privada, não uma oficial de gabinete.
- Reportagem do tablet da JTBC
A JTBC e outros meios documentam o acesso de Choi a discursos e a fundações ligadas a chaebol. O escândalo torna-se nacional.
- Sábados de velas
Protestos de massas, sobretudo em Gwanghwamun, exigem a partida de Park. Os meios em português adotam o rótulo das velas.
- Impeachment na Assembleia
A Assembleia Nacional aprova a moção de impeachment. Park é suspensa à espera do Tribunal Constitucional.
- O Tribunal remove Park
O Tribunal Constitucional confirma o impeachment por unanimidade. Park deixa o cargo no mesmo dia.
- Moon eleito
Moon Jae-in ganha a eleição presidencial antecipada. A página política vira; a página penal não.
- Procuradores especiais
Park, Choi e figuras empresariais incluindo Lee Jae-yong enfrentam acusação em teorias de suborno e abuso de poder.
- Park condenada
Um tribunal de Seul condena Park e impõe uma pena longa, depois ajustada em recurso. Choi também é condenada.
- Park indultada
Moon concede clemência, citando saúde e reconciliação. As condenações permanecem no registro.
- Afterlife chaebol
O caminho jurídico separado de Lee e a política corporativa posterior mantêm o fio Samsung no português financeiro após a história da Casa Azul arrefecer.
Após março de 2017 a cronologia é tribunal penal e clemência, não um segundo impeachment.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.