O tempo do navio começa em 1861. O tempo do mistério são seis semanas de 1872.
As datas abaixo preferem o diário, as notas de abordagem e o processo de Gibraltar.
Timeline
- Lançado como Amazon
Construído em Spencer’s Island, Nova Escócia. Mais tarde rebatizado Mary Celeste e colocado sob propriedade americana.
- Zarpa de Nova Iorque
Briggs, família e sete tripulantes partem para Génova com 1.701 barris de álcool desnaturado.
- Última entrada na lousa
Posição perto de Santa Maria, Açores. Nenhum escrito posterior da companhia do navio sobrevive.
- O Dei Gratia aborda
O brigue de Morehouse acha o Mary Celeste abandonado. Deveau relata um bote em falta e um casco ainda utilizável.
- Chegada a Gibraltar
O derrelicto é trazido para salvamento. Solly-Flood abre um inquérito suspeito.
- Prémio de salvamento
O tribunal do Vice-Almirantado paga ao Dei Gratia um prémio reduzido e não acha causa para o abandono.
- O navio volta ao tráfego
O Mary Celeste é libertado e volta a trabalhar sob comandantes posteriores. As dez pessoas não são achadas.
- O conto de Conan Doyle
«J. Habakuk Jephson’s Statement» publica Marie Celeste e um enredo ficcional que a memória em português, via tradução, conservará.
- Naufrágio no recife Rochelais
O brigue perde-se ao largo do Haiti sob Gilman Parker. As seguradoras suspeitam de um naufrágio encenado. É um caso separado.
- O estudo documental de Fay
The Story of the Mary Celeste, de Charles Edey Fay, devolve os leitores ao papel de Gibraltar e afasta-os do mito da refeição quente.
Depois de 1873 o papel do tribunal acaba e o papel das revistas começa.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.