A refeição da tripulação ainda estava quente na mesa.
O testemunho de abordagem não descreve um jantar encenado e a fumegar. Esse pormenor é folclore posterior.
O que permanece aberto no abandono de 1872, e quais mitos de Marie Celeste o registro de salvamento já contradiz.
Sem solução não é licença para inventar piratas ou um pequeno-almoço quente.
O aftermath é historiografia e a correção de um conto.
A refeição da tripulação ainda estava quente na mesa.
O testemunho de abordagem não descreve um jantar encenado e a fumegar. Esse pormenor é folclore posterior.
O nome do navio era Marie Celeste.
O nome registado era Mary Celeste. Marie vem da ficção de Conan Doyle de 1884.
Os homens do Dei Gratia foram achados culpados de homicídio.
Solly-Flood suspeitou deles. O tribunal pagou salvamento e não os condenou por terem feito mal à companhia de Briggs.
O naufrágio de 1885 no Haiti explica 1872.
Um comandante posterior e um recife posterior são um episódio de seguro separado. Não situam o bote de 1872.
Cabos de Gibraltar e colunas de navegação deram a primeira voz factual. Traduções de Doyle e semanários posteriores deram a voz que a maior parte dos leitores ainda ouve.
Em Portugal o caso lê-se também como geografia dos Açores: Santa Maria na lousa, o Atlântico a leste. No Brasil, a história marítima mais cuidadosa conserva Briggs e a carga, menos presa a Marie do que os concursos escolares.
Televisões do Brasil e de Portugal ainda reencenam um navio-fantasma. A correção útil são as notas de Deveau e o prémio de 1873.
O Mary Celeste continua a ser um abandono sem solução cuja vida posterior em português é maior, e mais ficcional, do que o seu dossiê de salvamento.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.