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⛵ Mary Celeste

Pessoas no dossiê do Mary Celeste

Benjamin Briggs, os oficiais do Dei Gratia, Frederick Solly-Flood e o escritor que rebatizou o brigue.

Os desaparecidos eram a família de um capitão e sete marinheiros. O dossiê vivo é a tripulação de abordagem e um jurista colonial.

Nomes de piratas da ficção posterior não estão no processo de 1873.

People

Benjamin Spooner Briggs

Comandante, Mary Celeste

Um capitão de Massachusetts com reputação sóbria. Viajou com a mulher e a filha. Nenhuma prova no dossiê de salvamento mostra que planeasse deixar o navio por fraude.

Sarah e Sophia Briggs

Família do capitão

Sarah Elizabeth Briggs e Sophia, de dois anos, estavam na lista de passageiros. A sua presença é uma razão pela qual escritores posteriores rejeitaram um motim casual.

David Morehouse

Comandante, Dei Gratia

Avistou o derrelicto e enviou uma partida de abordagem. Solly-Flood suspeitou dele; o tribunal ainda pagou salvamento. É um descobridor, não um conspirador provado.

Oliver Deveau

Imediato, Dei Gratia

Escreveu a descrição de abordagem em que a audiência se apoiou e ajudou a navegar o Mary Celeste até Gibraltar. As suas notas são o papel testemunhal central.

Frederick Solly-Flood

Attorney-general, Gibraltar

Perseguiu teorias de crime — cortes na proa, possível violência — que peritos e o tribunal não converteram num achado.

Arthur Conan Doyle

Autor do conto de 1884

Não é testemunha. A sua ficção Marie Celeste tornou-se, para leitores em português via tradução, mais vívida do que a deposição de Deveau.

Abordadores e um jurista deixaram papel. As dez pessoas deixaram um bote em falta.

Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.

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