Diário de bordo e lousa
Document
A última entrada na lousa de 25 de novembro de 1872 perto de Santa Maria é o último escrito da companhia de Briggs. Regista tempo e posição, não alarme.
Lousa do diário, notas de abordagem do Dei Gratia, papel de salvamento de Gibraltar e por que o derrelicto de 1872 ainda não tem causa.
A qualidade da prova é moderada para um salvamento oitocentista e fraca para uma causa de perda.
O que sobrevive basta para rejeitar várias ficções e não basta para nomear a razão pela qual o bote foi lançado.
Document
A última entrada na lousa de 25 de novembro de 1872 perto de Santa Maria é o último escrito da companhia de Briggs. Regista tempo e posição, não alarme.
Testimony
O relato do imediato sobre velas, água, bote em falta e mantimentos restantes. É a descrição primária da cena.
Inquiry
A maior parte dos barris de álcool intacta; alguns vazios ou a vazar. Basta para alimentar uma teoria de receio de vapor, não para a provar.
Archive
As perguntas de Solly-Flood, as respostas dos peritos e um prémio reduzido. O processo é o coração jurídico do caso.
Physical
Marcas na proa que o attorney-general esperava fossem violência e que a leitura pericial posterior tratou como desgaste ordinário ou dano antigo.
Literary
Uma fonte sobre o mito em inglês — e, por tradução, em português —, não sobre 1872. Rebatizou o navio e acrescentou eventos que o tribunal nunca ouviu.
Sem achado. Vapor, tempo e um bote perdido permanecem hipóteses.
Deposições e vistorias sobrevivem em forma publicada e de arquivo.
Sem desembarque verificado do bote, destroço do iate ou restos.
Historiadores separam Doyle de Deveau; o português popular, via tradução, muitas vezes não.
A prova mais forte é a de um navio vazio e ainda navegável. Não é prova de um crime que um tribunal aceitaria.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.