Teste de Phalen
Manter os punhos flexionados com os dorso das mãos juntos durante cerca de um minuto e notar se reproduz formigueiro apoia o diagnóstico de síndrome do túnel do carpo.
Punho e Mão · O punho e a mão concentram mais pequenas articulações, tendões e nervos num espaço reduzido do que quase qualquer outra região do corpo — controlo motor fino à custa de lesões por sobrecarga frequentes.
A avaliação combina tipicamente historial de tarefas repetitivas ou trauma com observação de inchaço, deformidade e amplitude de movimento activa.
Como a compressão nervosa é comum nesta região, vários testes visam especificamente reproduzir ou provocar sintomas nervosos, juntamente com testes para tendões e ligamentos específicos.
Manter os punhos flexionados com os dorso das mãos juntos durante cerca de um minuto e notar se reproduz formigueiro apoia o diagnóstico de síndrome do túnel do carpo.
Percutir sobre o nervo mediano no punho e reproduzir formigueiro no polegar, indicador e médio sugere irritação nervosa nesse nível.
Fazer punho em torno do polegar e dobrar o punho em direcção ao mindinho reproduz dor no lado do polegar nesta condição.
Medições padronizadas com dinamómetro de força de agarre e beliscar fornecem linha de base objectiva e forma de acompanhar progresso.
Manobras de stress específicas aplicadas a ligamentos individuais do punho ajudam a identificar instabilidade após entorse ou queda.
Estes justificam uma revisão clínica imediata, em vez de uma progressão de exercício não supervisionada.
Deformidade visível ou incapacidade de mover o punho ou dedos após queda ou lesão directa levanta preocupação de fractura e justifica avaliação urgente.
Fraqueza crescente ou perda muscular visível na base do polegar pode indicar compressão nervosa significativa e prolongada.
Vermelhidão, calor e inchaço crescentes — particularmente com febre — levantam preocupação de infecção na mão e exigem atenção médica imediata.
Perda súbita e completa de sensação na mão — especialmente após trauma — deve ser avaliada urgentemente para excluir lesão nervosa ou vascular significativa.
Esta combinação de testes nervosos provocativos, medidas de força e rastreio de trauma permite aos clínicos distinguir eficientemente as condições nervosas, tendinosas e articulares comuns da região.
O ombro sacrifica estabilidade pela maior amplitude de movimento de qualquer articulação do corpo, dependendo sobretudo dos músculos do manguito rotador — e não do osso — para se manter centrado.
Frequência da dor 60O design de dobradiça e rotação do cotovelo permite que o antebraço se dobre e rode em simultâneo, concentrando stress repetitivo num pequeno conjunto de tendões.
Frequência da dor 45