A história que o registro público permite contar é um embarque em Portland, um resgate em Seattle e um poço de escada vazio em Reno.
A história que a cultura americana prefere é um salto folclórico para a floresta. Esta página conserva o número do voo, as notas registadas e o dossiê sem solução.
Beats
- Um bilhete só de ida em Portland
Dan Cooper pagou em dinheiro o voo 305, sentou-se à popa e, após a decolagem, apresentou uma ameaça que a tripulação tratou como bomba. A exigência era dinheiro e paraquedas, não um desvio para outro país naquele momento.
- A troca em Seattle
O 727 manteve-se sobre o estreito de Puget até a Northwest e o FBI produzirem 200 mil dólares e quatro paraquedas. Os passageiros saíram em Sea-Tac. Quatro tripulantes ficaram.
- O salto noturno
Cooper ordenou um voo para sul com trem e flaps baixos. Leituras da tripulação marcaram depois uma partida pela escada traseira sobre o sudoeste de Washington. Não estava no avião em Reno.
- NORJAK
O FBI registou números de série, vasculhou floresta e entrevistou em larga escala. O retrato-falado tornou-se mais famoso que qualquer peça de acusação.
- Tena Bar e um dossiê encerrado
Um achado fluvial de 1980 provou que algumas notas tinham saído do saco de Cooper e chegado ao Columbia. Não o nomeou. Em 2016 o Bureau cessou o trabalho ativo.
A história que permanece honesta está sem solução. A alcunha é manchete, não veredicto.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.