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🪂 D.B. Cooper

Investigação NORJAK, 1971–2016

Como o FBI, a Northwest Orient e xerifes locais trabalharam o sequestro de Cooper depois que o voo 305 aterrou sem o sequestrador.

A investigação foi uma busca no solo, uma vigia de números de série e um longo desgaste de suspeitos.

Descreve-se aqui o que as agências fizeram depois do facto, não um guia de evasão.

Agencies

What followed

  1. Assegurar o avião em Reno

    Agentes e oficiais locais trataram o voo 305 como cena de crime. Cooper já tinha partido; a escada estava baixa.

  2. Registar o dinheiro

    Os números de série tomados antes de Seattle tornaram-se a única prova posterior de que algumas notas tinham reentrado no mundo.

  3. Buscar o corredor

    Floresta e país fluvial sob a trajetória reconstruída foram percorridos em 1971 e revisitados ao mudarem os modelos.

  4. Emitir retratos-falados

    A circulação nacional dos esboços produziu milhares de nomes e nenhuma acusação.

  5. Autenticar Tena Bar

    Em 1980 o FBI cruzou as notas de Ingram com a lista do resgate e manteve o resto do dinheiro numa vigia que nunca pagou.

  6. Suspender o dossiê

    Em 2016 o Bureau disse que testemunhas e pistas já não justificavam trabalho ativo. Sem solução permaneceu o estado.

Turning points

A investigação provou um salto e falhou em nomear o saltador.

Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.

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