O FBI sabe em segredo quem foi Cooper.
A suspensão de 2016 disse o contrário: nenhuma identificação que justificasse um caso. Os dossiês libertados são densos de nomes e pobres de prova.
Questões abertas após a suspensão do NORJAK pelo FBI em 2016, e mitos de Cooper que o registro do voo 305 já contradiz.
Sem solução não é licença para inventar um saltador cavalheiro nem um método.
O aftermath é um dossiê ativo encerrado e um argumento popular aberto.
O FBI sabe em segredo quem foi Cooper.
A suspensão de 2016 disse o contrário: nenhuma identificação que justificasse um caso. Os dossiês libertados são densos de nomes e pobres de prova.
Richard McCoy era D.B. Cooper.
McCoy cometeu um sequestro posterior e separado. O FBI comparou os dossiês e não o acusou como o saltador do voo 305.
O verdadeiro nome próprio de Cooper era D.B.
O bilhete dizia Dan Cooper. D.B. é um erro de agência ligado a um vizinho que não era o sequestrador.
O resgate foi todo encontrado.
Apenas cerca de 5.800 dólares foram autenticados, em 1980 em Tena Bar. O resto permanece desaparecido.
Folha, O Globo, Público e Expresso trataram o caso como cabo de Ação de Graças: um sequestro e um homem que desceu à chuva. Ariel e Tena Bar entraram no português como topónimos emprestados.
Televisões do Brasil e de Portugal reciclaram o retrato-falado e as notas do rio. Essas horas são fontes sobre a memória, não sobre a identidade.
Quando o caso se ensina, o português útil é NORJAK, a aleta Cooper e o encerramento de 2016 — não os pódcast amadores de suspeitos.
D.B. Cooper continua a ser um sequestro sem solução cuja vida posterior em português é maior do que as suas peças autenticadas.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.