A manhã do metrô é uma data. O dossiê de investigação começa mais cedo e acaba em 2018.
As cronologias em português que começam em 20 de março falham por que a polícia já tinha um grupo suspeito.
Timeline
- Aum fundada e expande-se
O movimento de Matsumoto Chizuo toma o nome Aum, ganha estatuto de corporação religiosa e constrói comunas.
- Assassinatos da família Sakamoto
O advogado Tsutsumi Sakamoto, a mulher e o filho são mortos. O crime é depois ligado à Aum e torna-se parte do mesmo universo de julgamento.
- Sarin de Matsumoto
Oito pessoas morrem num atentado químico residencial depois atribuído à Aum — o primeiro crime de sarin datado no dossiê.
- Atentado do metrô de Tóquio
Cinco trens são atacados durante a hora de ponta da manhã. Doze mortes são primeiro anunciadas; a conta oficial torna-se depois 13.
- Rusgas nacionais
A polícia entra em instalações da Aum, incluindo Kamikuishiki, e começa prisões em massa.
- Asahara preso
O fundador é levado sob custódia. O estatuto de corporação religiosa é depois revogado.
- Religious Corporations Act revista
O Parlamento reforça o escrutínio de pessoas jurídicas religiosas após o caso Aum.
- Lei de controlo de organizações
Um estatuto dirigido a grupos que cometeram assassinato indiscriminado de massas cria poderes contínuos de vigilância.
- Asahara sentenciado, recursos acabam
Um tribunal de Tóquio impõe a morte em 2004; o Supremo rejeita o recurso final em 2006.
- Começam as execuções
Asahara e seis outros condenados da Aum são executados; outros enforcamentos seguem-se nesse mês após o último recurso relacionado.
Após julho de 2018 os réus principais estão mortos. A vigia de grupos sucessores é o dossiê de Estado restante.
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