Asahara Shoko (Matsumoto Chizuo)
Fundador da Aum Shinrikyo
Ordenou o atentado do metrô quando a polícia se fechava, segundo o registro de julgamento. Sentenciado à morte em 2004, final em 2006, executado em 6 de julho de 2018. A cópia em português quase nunca usa o seu nome de nascimento.
Ikuo Hayashi
Antigo médico, membro da equipa do metrô
Um seguidor sénior condenado por um papel em 20 de março. O seu título médico tornou-se um atalho em português para como profissionais foram puxados para o grupo. Recebeu uma pena perpétua, não a morte.
Yoshihiro Inoue
Chefe de inteligência da Aum
Condenado como organizador no dossiê penal mais amplo. Sentenciado à morte e executado em julho de 2018. Representa a camada de gestão que os relatos em português muitas vezes saltaram.
Tomiichi Murayama
Primeiro-ministro do Japão, 1995
O seu governo de coligação geriu a semana de crise, as rusgas e a primeira resposta estatutária. A memória diplomática em português é mais fina do que o dossiê político doméstico.
Polícia Metropolitana de Tóquio
Força investigativa principal
Correu a cena de crime de 20 de março, as rusgas de março–maio e o pacote de acusação. O inquérito de vítimas de 2008 que elevou o número de mortos a 13 foi também um ato administrativo da era policial.
Shoko Egawa
Jornalista
Tinha reportado sobre a Aum antes de 1995 e tornou-se uma cronista principal em língua japonesa. Os leitores em português que querem mais do que «culto do fim do mundo» ainda dependem de traduções desse ceticismo anterior.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.