Os autores nunca foram identificados.
Foram presos, julgados, sentenciados e, nos casos capitais, executados. O estado é convicted.
Vigilância de grupos sucessores, números de mortos datados e mitos que o registro de julgamento já fechou.
Convicted é o estado correto. O aftermath é vigilância e comemoração.
O aftermath em português é sobretudo os enforcamentos de 2018 rejogados como 1995.
Os autores nunca foram identificados.
Foram presos, julgados, sentenciados e, nos casos capitais, executados. O estado é convicted.
O atentado foi um ato de guerra de um Estado estrangeiro.
Os tribunais acharam o crime de um grupo doméstico. Não é um caso de app de guerras.
Exatamente doze pessoas morreram, ponto final.
Doze foi a primeira cifra oficial. Um inquérito de 2008 fez de 13 a conta padrão; uma morte de 2020 foi registada como uma décima quarta.
A Aum apareceu do nada em 20 de março.
Matsumoto 1994 e assassinatos anteriores já estavam na órbita dos investigadores. O atentado do metrô foi um segundo crime químico, não uma estreia.
«Gás nervoso», «fim do mundo» e um mapa das linhas Ginza e Marunouchi: as primeiras 48 horas ensinaram aos leitores em português uma história de culto, não uma história de estatuto.
Os editores em português analogizaram a Aum a casos americanos milenaristas e de terror doméstico na mesma estação, um enquadramento que viajou melhor do que «pessoa jurídica religiosa».
A Lusa, a RTP e a Folha reutilizaram a linha do mito de segurança de 1995. Poucos recapitulavam o act de controlo de 1999.
O atentado do metrô de Tóquio é uma investigação condenada cujo afterlife em português é uma manchete de culto, não uma citação de código.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.