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🚇 atentado do metrô de Tóquio

Aftermath do sarin de Tóquio: vigia e memória

Vigilância de grupos sucessores, números de mortos datados e mitos que o registro de julgamento já fechou.

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Respostas curtas

O que aconteceu em 20 de março de 1995?

Membros da Aum Shinrikyo libertaram sarin em cinco trens do metrô de Tóquio durante a hora de ponta da manhã rumo a Kasumigaseki. Treze pessoas foram depois contadas como mortos oficiais (doze no início; uma acrescentada após um inquérito de 2008). Milhares procuraram cuidados médicos. Esta página não descreve o método de libertação.

Quem foi condenado?

Asahara Shoko (Matsumoto Chizuo) e um grupo de membros seniores foram condenados. A pena de morte de Asahara tornou-se final em 2006; foi executado em 6 de julho de 2018 com outros condenados da Aum. Cerca de 190 membros foram achados culpados em casos relacionados. O estado é convicted, não unsolved.

Isto foi uma guerra?

Não. Foi um caso criminal e de terrorismo doméstico contra um sistema de transporte civil. Pertence a uma família de investigações, não a um dossiê de guerras.

O que era a Aum Shinrikyo?

Um novo movimento religioso japonês fundado nos anos 1980 por Matsumoto Chizuo, que tomou o nome Asahara. Misturava língua budista e hindu com ensino apocalíptico e, no seu núcleo criminoso, organizou assassinatos e dois atentados de sarin. Após 2000 o principal corpo sucessor usou o nome Aleph.

O que foi o caso de Matsumoto?

Em 27 de junho de 1994, sarin foi usado em Matsumoto, prefeitura de Nagano, matando oito pessoas. Uma vez ligado à Aum, tornou-se o crime químico anterior na mesma família de investigação que 20 de março de 1995.

Que leis mudaram?

O estatuto de corporação religiosa da Aum foi revogado. A Religious Corporations Act foi revista em 1995. O Act of 1999 on the Control of Organizations Which Have Committed Acts of Indiscriminate Mass Murder criou vigilância contínua de grupos sucessores.

1995Tóquio, Japãoconvicted

Convicted é o estado correto. O aftermath é vigilância e comemoração.

O aftermath em português é sobretudo os enforcamentos de 2018 rejogados como 1995.

Ainda aberto

Mito vs registro

Os autores nunca foram identificados.

Foram presos, julgados, sentenciados e, nos casos capitais, executados. O estado é convicted.

O atentado foi um ato de guerra de um Estado estrangeiro.

Os tribunais acharam o crime de um grupo doméstico. Não é um caso de app de guerras.

Exatamente doze pessoas morreram, ponto final.

Doze foi a primeira cifra oficial. Um inquérito de 2008 fez de 13 a conta padrão; uma morte de 2020 foi registada como uma décima quarta.

A Aum apareceu do nada em 20 de março.

Matsumoto 1994 e assassinatos anteriores já estavam na órbita dos investigadores. O atentado do metrô foi um segundo crime químico, não uma estreia.

Notas locais

Português de cabo, março de 1995

«Gás nervoso», «fim do mundo» e um mapa das linhas Ginza e Marunouchi: as primeiras 48 horas ensinaram aos leitores em português uma história de culto, não uma história de estatuto.

Waco e Oklahoma City

Os editores em português analogizaram a Aum a casos americanos milenaristas e de terror doméstico na mesma estação, um enquadramento que viajou melhor do que «pessoa jurídica religiosa».

Português do dia da execução, 2018

A Lusa, a RTP e a Folha reutilizaram a linha do mito de segurança de 1995. Poucos recapitulavam o act de controlo de 1999.

O atentado do metrô de Tóquio é uma investigação condenada cujo afterlife em português é uma manchete de culto, não uma citação de código.

Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico. Não é um como-fazer. Sem detalhe gráfico. Guerras ficam em outro atlas.

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