Os sinais de identificação de talentos são sinais de curiosidade, não um diagnóstico e não um carimbo de casta.
Os testes medem uma amostra já moldada pelo ensino e pelo convite. Os falsos positivos fazem parte do problema de identificação.
Sinais precoces
- 3–6 — Teto atingido em um teste de nota — A sugestão do convite de Stanley.
- 7–9 — Trabalho que ultrapassa a sala — Uma sugestão de portfólio.
- 10–13 — Nunca indicado, ainda rápido — Sugestão de preconceito de referência.
- 14–17 — Deficiência mais pico alto — 2e sugestão.
- Adulto — Crescimento tardio após um corte esportivo — Sugestão de idade relativa.
Testes e tarefas
- Teste de domínio acima do nível — Método SMPY.
- Ensino experimental / dinâmico — ID de Vigotski.
- Somente indicação de professor — Propenso a preconceitos.
- Um QI sentado — Incompleto.
Ambientes
- Convites traduzidos — Quem ouve.
- Múltiplas medidas — Teste mais trabalho mais tentativa.
- Uma data de revisão — Rampa de saída.
- Linha de ética publicada — Nenhuma classificação de grupo.
Falsos positivos
- Percentil aprimorado pelo tutor — Acesso.
- Nomeação de conformidade — Silêncio ≠ apenas talento.
- Mais velho no ano esportivo — Idade relativa.
- Selo de pesquisa paga como alma — CTY é um curso.
Identificação de talentos: uma deixa é informação. Um rótulo sem data de revisão é uma casta.
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