Japão, Coreia e o mundo de língua espanhola têm suas próprias comissões, scripts e camadas coloniais (incluindo internas).
Um mapa romanizado já é um produto político.
Regioes
- United States — BGN + Stewart’s story
Nomes de transferência, comemorações e uma longa agenda de restauração indígena.
- England & Wales — EPNS tradition
Tempo profundo numa paisagem pequena; a ONS é para bebês, não para isto.
- Aotearoa New Zealand — Dual names
Uma conversa oficial bilíngue de toponímia bem conhecida.
- Korea — Endonyms vs exonyms (e.g. sea names)
Disputas internacionais de nomeação como política; camadas de hanja domésticas em nomes mais antigos — descrição, não sorte.
- Japan — Kanji place names + readings
Escrever e falar podem divergir; leituras oficiais são um fato quase jurídico para placas.
- Spanish-speaking Americas — Saints + Indigenous substrates
Comemorações San-/Santa- sobre nomes mais antigos — um arquivo em camadas.
Leis
- National names-board statutes U.S. BGN and peers — Quem pode mudar um topônimo oficial.
- Municipal street-naming ordinances cities — A lei local de nomeação que a maioria das pessoas de fato encontra.
- UNGEGN resolutions international — Soft law para endônimos e romanização.
- Colonial gazetteer instruments (historical) empires — A tecnologia jurídica de sobrescrever.
A toponímia mundial começa perguntando qual script os serviços de emergência vão ver.