How much status the profession carried in each era, on a 0–100 scale.
Grécia Antiga e RomaOs vencedores gregos ganharam pensões, estátuas e imortalidade nas odes de Píndaro, e as cidades abriram buracos nas suas paredes para recebê-los em casa. Roma dividiu o cenário: multidões adoravam cocheiros e gladiadores, mas os artistas eram legalmente infames – adorados nas pistas, desprezados pela lei.
Europa medieval e moderna (500-1800)Além dos cavaleiros de torneios aristocráticos, o jogo pago era classificado como vadiagem. Os reis ingleses proibiram repetidamente o futebol como um incômodo público a partir de 1314, e os pugilistas, corredores e caçadores de animais trabalhavam nos mesmos recintos de feiras que os malabaristas - divertidos, pouco cavalheirescos e policiados.
O século amador (1850-1950)O esporte codificado elevou o perfil do atleta, mas dividiu o comércio em dois: os cavalheiros amadores ficaram com a honra, enquanto os profissionais ficaram com os salários e a condescendência. O jogo "Cavalheiros x Jogadores" do críquete, com vestiários e portões separados, encenou a hierarquia anualmente até 1962.
Era da transmissão (1950-1990)A televisão transformou os atletas em heróis nacionais com rostos familiares – Pelé, Ali, Comăneci – e a remuneração finalmente começou a acompanhar a fama. A posição de Ali contra o recrutamento para o Vietname mostrou que os atletas podem ter peso político, embora a maioria ainda tenha encerrado a carreira com poupanças modestas e futuro incerto.
Era das celebridades globais (1990-presente)Os campeões estão agora no topo dos rankings de fama do mundo: os seres humanos mais seguidos nas redes sociais são os jogadores de futebol, e os artistas mais bem pagos da Forbes incluem rotineiramente atletas. O prestígio nunca foi tão grande – mesmo quando fãs, patrocinadores e algoritmos examinam cada aspecto de suas vidas privadas.