Vincenzo Peruggia
Ladrão condenado
Antigo vidraceiro e faz-tudo do Louvre, nascido em Itália. Levou o painel em agosto de 1911, guardou-o e foi preso em Florença em dezembro de 1913. Um tribunal condenou-o a uma pena curta. É o quem do dossiê.
Vincenzo Peruggia, Alfredo Geri, Giovanni Poggi, Apollinaire e os oficiais do Louvre no registro de 1911–14.
O nome condenado é um antigo trabalhador de museu. Os nomes da recuperação são um dealer e um diretor dos Uffizi.
Os nomes famosos que foram interrogados e ilibados ainda ocupam mais anedotas em português do que merecem.
Ladrão condenado
Antigo vidraceiro e faz-tudo do Louvre, nascido em Itália. Levou o painel em agosto de 1911, guardou-o e foi preso em Florença em dezembro de 1913. Um tribunal condenou-o a uma pena curta. É o quem do dossiê.
Dealer florentino
Recebeu a oferta da pintura e contactou os Uffizi. A sua cautela é a razão pela qual a recuperação é uma entrega documentada, não um rumor.
Diretor, Uffizi
Examinou o painel e ajudou a autenticá-lo como o Leonardo do Louvre. O seu ato profissional fechou a metade-objeto do caso.
Poeta, pista falsa
Preso em setembro de 1911 por causa de um furto separado de esculturas do Louvre por Géry Pieret. Ilibado da Mona Lisa. Uma lição de como um vazio famoso atrai suspeitos famosos.
Pintor, interrogado e ilibado
Levado durante o mesmo pânico de 1911. Não acusado de levar o retrato. Recontos em português ainda o arrastam como cor.
Museu vítima e polícia de Paris
A descoberta da parede vazia, a busca de dois anos e o regresso a casa de 1914 são o dossiê deles. Embaraço de pessoal, não um código francês novo de crime de arte, é o gosto institucional posterior.
Nomear Peruggia, Geri e Poggi primeiro. Os cameos modernistas foram ilibados.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.