Vincenzo Peruggia
Ladrão condenado
Antigo vidraceiro e faz-tudo do Louvre, nascido em Itália. Levou o painel em agosto de 1911, guardou-o e foi preso em Florença em dezembro de 1913. Um tribunal condenou-o a uma pena curta. É o quem do dossiê.
Vincenzo Peruggia, Alfredo Geri, Giovanni Poggi, Apollinaire e os oficiais do Louvre no registro de 1911–14.
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Em 21 de agosto de 1911, do Salon Carré do Louvre em Paris. A parede vazia foi notada em 22 de agosto. A pintura esteve em falta durante vinte e oito meses.
Vincenzo Peruggia, um antigo vidraceiro e faz-tudo do Louvre, nascido em Itália. Foi preso em Florença em dezembro de 1913 após oferecer o painel através do dealer Alfredo Geri. Um tribunal de Florença condenou-o.
Foi autenticada em Florença em dezembro de 1913, mostrada brevemente em Itália e devolvida ao Louvre em janeiro de 1914. Permaneceu desde então na coleção nacional francesa, agora na Salle des États.
Não. Apollinaire foi preso por causa de um furto anterior e separado de pequenas esculturas ibéricas do Louvre por um conhecido. Picasso foi interrogado. Ambos foram ilibados da Mona Lisa. O episódio é uma pista falsa documentada.
Ofereceu uma história patriótica: que a obra pertencia a Itália. Leonardo tinha levado o retrato a França ele próprio, e ele estava há muito na coleção real francesa. O tribunal tratou um discurso de motivo como um discurso de motivo, não como título sobre o painel.
Tornou o rosto universalmente famoso. Os especialistas já classificavam o retrato no alto. Dois anos de reproduções de jornal e um regresso triunfal em 1914 criaram o quadro de peregrinação moderno.
O nome condenado é um antigo trabalhador de museu. Os nomes da recuperação são um dealer e um diretor dos Uffizi.
Os nomes famosos que foram interrogados e ilibados ainda ocupam mais anedotas em português do que merecem.
Ladrão condenado
Antigo vidraceiro e faz-tudo do Louvre, nascido em Itália. Levou o painel em agosto de 1911, guardou-o e foi preso em Florença em dezembro de 1913. Um tribunal condenou-o a uma pena curta. É o quem do dossiê.
Dealer florentino
Recebeu a oferta da pintura e contactou os Uffizi. A sua cautela é a razão pela qual a recuperação é uma entrega documentada, não um rumor.
Diretor, Uffizi
Examinou o painel e ajudou a autenticá-lo como o Leonardo do Louvre. O seu ato profissional fechou a metade-objeto do caso.
Poeta, pista falsa
Preso em setembro de 1911 por causa de um furto separado de esculturas do Louvre por Géry Pieret. Ilibado da Mona Lisa. Uma lição de como um vazio famoso atrai suspeitos famosos.
Pintor, interrogado e ilibado
Levado durante o mesmo pânico de 1911. Não acusado de levar o retrato. Recontos em português ainda o arrastam como cor.
Museu vítima e polícia de Paris
A descoberta da parede vazia, a busca de dois anos e o regresso a casa de 1914 são o dossiê deles. Embaraço de pessoal, não um código francês novo de crime de arte, é o gosto institucional posterior.
Nomear Peruggia, Geri e Poggi primeiro. Os cameos modernistas foram ilibados.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico. Não é um como-fazer. Sem detalhe gráfico. Guerras ficam em outro atlas.