A investigação é um embaraço da Prefeitura seguido de uma autenticação italiana.
Os passos abaixo são o que os oficiais fizeram depois de a parede estar vazia, não como o painel saiu.
Agencies
- Préfecture de police de Paris — Investigação francesa principal desde 22 de agosto de 1911, incluindo o beco sem saída de Apollinaire.
- Musée du Louvre — Instituição vítima; descobriu o vazio, depois recebeu o painel de volta.
- Galleria degli Uffizi / Giovanni Poggi — Autenticou a pintura em Florença em dezembro de 1913.
- Tribunal e polícia de Florença — Prenderam Peruggia, julgaram-no e detiveram o painel até ao regresso a Paris.
What followed
- Registar a parede vazia
Em 22 de agosto de 1911 o Louvre e a polícia documentaram um Leonardo em falta e alertaram a imprensa.
- Interrogar pessoal e celebridades
Trabalhadores do museu foram examinados. A prisão de Apollinaire e o interrogatório de Picasso mostraram o viés de celebridade da rede de arrasto.
- Circular reproduções
Jornais e avisos policiais fizeram do rosto uma imagem procurada — útil para o reconhecimento, decisivo para a fama posterior.
- Receber a oferta de Florença
O contacto de Geri e o exame de Poggi no fim de 1913 transformaram um rumor num objeto em mãos oficiais.
- Prender e autenticar
Peruggia foi preso. O painel foi cruzado com o quadro do Louvre.
- Devolver e condenar
Janeiro de 1914 trouxe a pintura a casa. Um tribunal de Florença condenou o ladrão a uma pena curta.
Turning points
- A descoberta de 22 de agosto — Um vazio de segunda-feira tornou-se uma história continental antes de alguém ter um suspeito que durasse.
- Ilibar Apollinaire — O pânico modernista acabou sem um pintor no banco dos réus pelo retrato.
- Geri escreve aos Uffizi — A cautela de um dealer, não uma rusga de Paris, recuperou o objeto.
Após o facto, Paris procurou nomes famosos e Florença recuperou um painel. O dossiê fechou em 1914.
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