Picasso roubou a Mona Lisa.
Foi interrogado e ilibado. O ladrão condenado é Vincenzo Peruggia.
O que permanece aberto sobre ajudantes e mitos, e como a memória em português data a celebridade da pintura a 1911–14.
O objeto está de volta e o ladrão foi condenado. O aftermath é gestão de lenda.
O folclore em português ainda quer um complot maior do que Florença registou.
Picasso roubou a Mona Lisa.
Foi interrogado e ilibado. O ladrão condenado é Vincenzo Peruggia.
A pintura ainda está em falta.
Voltou ao Louvre em janeiro de 1914 e permanece lá.
Peruggia estava a restaurar a propriedade de direito de Itália.
Leonardo tinha levado o retrato a França. Era um quadro real e depois nacional francês. Um discurso de motivo não é uma escritura de título.
Uma vasta conspiração moveu o painel.
O registro público é um antigo trabalhador condenado e uma recuperação em Florença. Complots maiores são invenção posterior.
Os jornais franceses oscilaram do escárnio da Terceira República em 1911 a um regresso a casa em 1914. A cobertura em português, via cabo, seguiu esse arco.
A escrita de viagem em português ainda menciona o momento dos Uffizi de 1913 como uma nota de rodapé a caminho da fila do Louvre.
Os manuais de arte em português datam muitas vezes a celebridade popular da Mona Lisa ao furto — um facto de receção, não uma pretensão de que o quadro era desconhecido em 1910.
O roubo da Mona Lisa de 1911 é um caso condenado e recuperado cujo aftermath é o rosto mais famoso num museu, não um painel em falta.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.