Frederick Abberline
Inspector da Metropolitan Police
O oficial do CID que os leitores em português mais vezes encontram. Trabalhou o terreno em 1888 e deu depois entrevistas que alimentaram, mas não fecharam, a literatura de suspeitos.
Abberline, Warren, Anderson, Macnaghten, George Lusk e o cirurgião policial Thomas Bond — não uma galeria de gore.
As mortas eram mulheres adultas com nomes. O dossiê vivo são oficiais, um presidente de vigilância e memorialistas posteriores.
Nomes de suspeitos no folclore são omitidos aqui salvo se aparecerem em papel oficial datado.
Inspector da Metropolitan Police
O oficial do CID que os leitores em português mais vezes encontram. Trabalhou o terreno em 1888 e deu depois entrevistas que alimentaram, mas não fecharam, a literatura de suspeitos.
Commissioner, Metropolitan Police
Demitiu-se em 8 de novembro de 1888 após um outono duro de conflito de imprensa e do Home Office. A sua demissão é um facto político, não prova de um culpado oculto.
Assistant Commissioner, CID
Escreveu depois que o assassino tinha sido identificado como um judeu polaco, uma pretensão que os historiadores tratam como memória, não como uma decisão de acusação. Nenhum julgamento se seguiu.
Assistant Chief Constable (desde 1889)
Não estava nas equipas de assassinato de 1888. O seu memorando de fevereiro de 1894 criou as cinco canónicas e a tríade Druitt–Kosminski–Ostrog que ainda estrutura o debate amador.
Whitechapel Vigilance Committee
Um construtor local que presidiu uma patrulha cidadã e recebeu a carta «From Hell». Representa a metade civil, não Scotland Yard, da resposta de 1888.
Cirurgião policial
Escreveu a Anderson em 10 de novembro de 1888 ligando as vítimas canónicas numa opinião médica. Escritores posteriores usaram essa carta como cola; não era uma condenação.
Os oficiais deixaram papel. O assassino não deixou um nome que um tribunal tomasse.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.