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💎 roubo de diamantes de Antuérpia

Cronologia do roubo de diamantes de Antuérpia

Dez passos datados da perda da câmara em fevereiro de 2003 aos julgamentos belgas e à narrativa inglesa da Escola de Turim.

O fim de semana do roubo são duas datas. A história jurídica corre pelos tribunais belgas e por entrevistas posteriores.

Cifras em dólares são estimativas de imprensa à escala de 2003 salvo quando se nomeia um papel de tribunal.

Timeline

  1. Câmara esvaziada

    No fim de semana, caixas de segurança no Antwerp Diamond Centre são esvaziadas de pedras, joias, ouro e dinheiro de vários inquilinos.

  2. Perda descoberta

    Inquilinos e pessoal do edifício acham as caixas vazias quando o negócio recomeça. A polícia belga abre a investigação.

  3. Achado nos bosques de Bruxelas

    Papéis e fita ligados ao Diamond Centre abandonados perto da Forêt de Soignes dão aos investigadores um caminho até um inquilino do edifício.

  4. Notarbartolo preso

    Leonardo Notarbartolo, que alugava um escritório no centro, é preso em Antuérpia e torna-se o rosto público do caso.

  5. Condenações em Antuérpia

    Processos de tribunal belga condenam Notarbartolo e associados. Algumas penas são à revelia. Começam as penas de prisão para os que estão sob custódia.

  6. Dossiê de revista inglesa

    A Wired e reportagens inglesas aparentadas fixam o alcunha Escola de Turim e o atalho de 100 milhões de dólares para um público global.

  7. Flawless publicado

    O livro de Selby e Campbell torna-se a narrativa inglesa principal. É jornalismo, não um relatório oficial belga.

  8. Entrevistas posteriores

    Notarbartolo e outros falam à imprensa, disputando escala ou papéis. As pedras permanecem em grande parte não recuperadas.

  9. Revisão de segurança do bairro

    O bairro dos diamantes e os operadores do edifício apertam a prática de inquilinos e de câmara. Nenhum estatuto nomeado único define o afterlife.

  10. Misto e ainda em falta

    Peças de aniversário em português repetem os mesmos dois factos: condenações no registro, a maior parte do lote fora dele.

Após as penas de Antuérpia, a cronologia é cultura e não recuperação, não restituição.

Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.

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