O fim de semana do roubo são duas datas. A história jurídica corre pelos tribunais belgas e por entrevistas posteriores.
Cifras em dólares são estimativas de imprensa à escala de 2003 salvo quando se nomeia um papel de tribunal.
Timeline
- Câmara esvaziada
No fim de semana, caixas de segurança no Antwerp Diamond Centre são esvaziadas de pedras, joias, ouro e dinheiro de vários inquilinos.
- Perda descoberta
Inquilinos e pessoal do edifício acham as caixas vazias quando o negócio recomeça. A polícia belga abre a investigação.
- Achado nos bosques de Bruxelas
Papéis e fita ligados ao Diamond Centre abandonados perto da Forêt de Soignes dão aos investigadores um caminho até um inquilino do edifício.
- Notarbartolo preso
Leonardo Notarbartolo, que alugava um escritório no centro, é preso em Antuérpia e torna-se o rosto público do caso.
- Condenações em Antuérpia
Processos de tribunal belga condenam Notarbartolo e associados. Algumas penas são à revelia. Começam as penas de prisão para os que estão sob custódia.
- Dossiê de revista inglesa
A Wired e reportagens inglesas aparentadas fixam o alcunha Escola de Turim e o atalho de 100 milhões de dólares para um público global.
- Flawless publicado
O livro de Selby e Campbell torna-se a narrativa inglesa principal. É jornalismo, não um relatório oficial belga.
- Entrevistas posteriores
Notarbartolo e outros falam à imprensa, disputando escala ou papéis. As pedras permanecem em grande parte não recuperadas.
- Revisão de segurança do bairro
O bairro dos diamantes e os operadores do edifício apertam a prática de inquilinos e de câmara. Nenhum estatuto nomeado único define o afterlife.
- Misto e ainda em falta
Peças de aniversário em português repetem os mesmos dois factos: condenações no registro, a maior parte do lote fora dele.
Após as penas de Antuérpia, a cronologia é cultura e não recuperação, não restituição.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.