Leonardo Notarbartolo
Inquilino condenado e réu público principal
Um italiano que alugava escritório no Diamond Centre. Os tribunais belgas trataram-no como figura central e mandaram-no para a prisão. Entrevistas posteriores disputaram as estimativas oficiais. É o nome que os leitores em português recordam.
Associados julgados como equipa
Co-réus, alguns à revelia
Homens depois agrupados em inglês como Escola de Turim foram condenados em processos belgas. Vários não estavam no banco dos réus. As penas não vieram com uma mesa de pedras recuperadas.
Inquilinos do Diamond Centre
Donos das caixas esvaziadas
Pequenas firmas e dealers cujos bens soltos formaram o lote. Como a câmara era multi-inquilino, a perda foi uma nuvem de inventários, o que explica por que a cifra de 100 milhões de dólares permanece uma estimativa.
Polícia Judiciária Federal (Bélgica)
Investigadores principais
A polícia federal belga trabalhou a cena da câmara e o abandono nos bosques de Bruxelas que ligou papel e fita a um inquilino. O dossiê deles, não as reconstruções de revista, é a espinha investigativa oficial.
Procuradores e juízes de Antuérpia
Tribunal de julgamento
Os processos de Antuérpia produziram as condenações que impedem que este dossiê seja rotulado sem solução. Não puderam produzir os diamantes.
Scott Andrew Selby e Greg Campbell
Cronistas de língua inglesa
Autores de Flawless (2010), o livro que, com a Wired, fixou a história da Escola de Turim para leitores ingleses e, por glosa, para mesas em português. O trabalho é literatura secundária, usada aqui para narrativa pública, não como texto de método.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.