No fim de semana de 15–16 de fevereiro de 2003, no Antwerp Diamond Centre, no bairro dos diamantes da cidade. Os inquilinos descobriram as caixas de segurança vazias quando o negócio recomeçou. A polícia belga abriu a investigação nessa semana.
Quanto foi levado?
Relatos contemporâneos e livros posteriores em inglês usaram uma cifra da ordem de 100 milhões de dólares em diamantes, joias, ouro e dinheiro. Como muitos inquilinos usavam a câmara, não há um inventário público auditado único. O número é uma estimativa de escala de 2003, não um total de peça de tribunal.
Quem foi condenado?
Leonardo Notarbartolo, que alugava espaço no edifício, foi o réu mais conhecido e cumpriu uma pena belga. Associados depois agrupados em inglês como Escola de Turim foram condenados em pessoa ou à revelia. As condenações não incluíram a recuperação da maior parte dos bens.
Os diamantes foram recuperados?
A maior parte não. Um cache abandonado de papéis e fita perto de Bruxelas ajudou os investigadores, mas não era o lote. Pedras soltas são difíceis de identificar uma vez relapidadas ou revendidas. A coluna da recuperação permanece a metade aberta de um caso misto.
O que é a Escola de Turim?
Um alcunha de língua inglesa, popularizada depois do facto, para o grupo italiano em torno de Notarbartolo. Não é um título oficial de tribunal belga. A frase assinala uma equipa da zona de Turim, não uma escola licenciada.
Era a câmara da De Beers?
Não. O Diamond Centre guardava caixas de muitos inquilinos. Títulos em português por vezes fundiram o edifício com o comércio mais amplo de Antuérpia ou com a De Beers. O registro público é uma câmara multi-inquilino no bairro dos diamantes.
Os nomes públicos são um inquilino condenado, um dossiê da polícia belga e autores ingleses posteriores.
Muitos inquilinos que perderam caixas nunca se tornaram nomes domésticos; os seus inventários são o centro silencioso do score de escala.
Pessoas
Leonardo Notarbartolo
Inquilino condenado e réu público principal
Um italiano que alugava escritório no Diamond Centre. Os tribunais belgas trataram-no como figura central e mandaram-no para a prisão. Entrevistas posteriores disputaram as estimativas oficiais. É o nome que os leitores em português recordam.
Associados julgados como equipa
Co-réus, alguns à revelia
Homens depois agrupados em inglês como Escola de Turim foram condenados em processos belgas. Vários não estavam no banco dos réus. As penas não vieram com uma mesa de pedras recuperadas.
Inquilinos do Diamond Centre
Donos das caixas esvaziadas
Pequenas firmas e dealers cujos bens soltos formaram o lote. Como a câmara era multi-inquilino, a perda foi uma nuvem de inventários, o que explica por que a cifra de 100 milhões de dólares permanece uma estimativa.
Polícia Judiciária Federal (Bélgica)
Investigadores principais
A polícia federal belga trabalhou a cena da câmara e o abandono nos bosques de Bruxelas que ligou papel e fita a um inquilino. O dossiê deles, não as reconstruções de revista, é a espinha investigativa oficial.
Procuradores e juízes de Antuérpia
Tribunal de julgamento
Os processos de Antuérpia produziram as condenações que impedem que este dossiê seja rotulado sem solução. Não puderam produzir os diamantes.
Scott Andrew Selby e Greg Campbell
Cronistas de língua inglesa
Autores de Flawless (2010), o livro que, com a Wired, fixou a história da Escola de Turim para leitores ingleses e, por glosa, para mesas em português. O trabalho é literatura secundária, usada aqui para narrativa pública, não como texto de método.
Tribunal e imprensa nomearam uma equipa. Os inquilinos nomearam stock em falta. Só a primeira lista foi fechada.