Samuel Pepys
O nome da documentação da Restauração – uma marinha como escritório, não apenas como batalha.
Pessoas e debates em torno da Marinha Real.
História educativa. As cifras de baixas são intervalos documentados. Isto não é conselho operacional, nem um ranking de nações, nem um tutorial de armas ou golpes.
A coluna em Trafalgar Square, um cartão-postal de um dreadnought, um museu do comboio de Liverpool, uma foto da cabine de comando de Teseu em um fino álbum coreano.
Churchill com um casaco azul-marinho como ícone político.
O nome da documentação da Restauração – uma marinha como escritório, não apenas como batalha.
O vencedor morto de Trafalgar - um santo cívico cuja estátua esconde a posterior marinha de petróleo e escolta.
Dreadnought e uma geração reformista – o marinheiro político dos anos 1900.
Comandante da Grande Frota da Jutlândia – o nome cauteloso na divisão inglesa.
O nome do cruzador de batalha na mesma divisão – memórias como religião civil.
Mediterrâneo 1940-43 – Taranto como uma greve datada no arquivo público, não um método para copiar.
Um mestre político da história do RN - a mancha dos Dardanelos e a fama de 1940 juntas.
Um comandante nomeado do RN na guerra naval coreana da ONU – a nota de rodapé que este atlas se recusa a abandonar.
O argumento inglês de 1916. A maioria das histórias do estado-maior sublinha agora o domínio estratégico. Memórias ainda rivalizam.
Qual RN deveria ser ensinado – 1805 ou 1942? Este atlas quer ambos, na ordem do mito e na ordem da verdade industrial, invertidos.
Um romance de Hornblower é uma porta, não um tronco.
Um filme de recrutamento moderno não é esta página.