Os mitos em torno do talento do design viajam mais rápido que os papéis. Cada item combina uma linha folclórica com uma reivindicação mais restrita.
As notas mundiais nomeiam sistemas reais – 영재교육, 예고, 部活, CTY, AIS, Iten – como lugares e políticas, não como essências raciais.
Mitos
- Designers nascem com bom gosto — O gosto é treinado; fazer é um loop Breve, protótipo, teste, critérios.
- Muito iguais projetados — Os usuários e a produção podem falsificar bastante O ponto humilde da HCI.
- Fluência em software é antiguidade — Ferramentas barateiam; julgamento não Um falso positivo de 2020.
- Talento artístico é suficiente — Usuários e restrições são arquivos extras Veja talento em artes visuais para o primo.
- Adesivos de design thinking são suficientes — Um loop para iniciantes, não uma profissão d.school não é Ulm.
- Grandes designers ignoram os clientes — A restrição é o meio Até as formas de Hadid encontraram a engenharia e a política no final.
No mundo
- Alemanha — Bauhaus para Ulm para Braun — A história oficial da origem moderna – e uma verdadeira rede escolar.
- Japão — 武蔵美, 多摩美, artesanato industrial — Universidades mais uma cultura de produto que treinou o olhar para as coisas do dia a dia.
- Coréia do Sul — Crie e crie faixas 예고 — Portfólios para jovens voltados para uma grande economia de design exportador.
- Brasil — Modernismo público — Bo Bardi e outros: o talento do design como argumento cívico.
- Estados Unidos — Cranbrook, RISD, d.escola — Prestígio de estúdio mais uma exportação de consultoria de “pensamento”.
- Itália — Memphis para oficinas ainda vivas — Projeto do autor ao lado dos distritos artesanais restantes.
Talento de design: abandone o folclore que classifica os grupos. Mantenha os sistemas que podem ser nomeados e melhorados.
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