Uma boa etimologia é uma hipótese com cognatos, primeiras atestações e uma família linguística. Não é um ensaio randomizado de almas.
O simbolismo sonoro (veja essa página) é uma afirmação diferente sobre ouvidos vivos, não sobre raízes antigas.
Achados
- Hanks & Hodges — Glossas eruditas compactas
Mostram quanta incerteza a etimologia honesta admite — “talvez,” “de.”
- Lieberson — Sentido ≠ motor da moda
Pais às vezes mencionam sentidos, mas vizinhanças fonéticas e distinção fazem mais do movimento anual.
- Indo-Europeanists — Conjuntos de cognatos
Philip e nomes semelhantes de “amante de cavalos” compartilham um passado reconstruível — história, não uma previsão de equitação.
- Chinese/Korean scholars — Caracteres geracionais
Sentidos são escolhidos como desenho de coorte; fortuna por contagem de traços é uma prática popular à parte que este atlas não trata como ciência.
- Bertrand & Mullainathan — Ouvintes ignoram a sua glossa
Empregadores responderam a pistas de grupo em Emily/Lakisha, não à etimologia desses nomes.
- Linguists — Histórias depois do fato
Falantes inventam sentidos que parecem certos — dado cultural, não derivação.
Mecanismos
- Derivação — Raiz + padrão numa língua de origem.
- Empréstimo — Um nome viaja; a glossa original pode não.
- Desbotamento semântico — O sentido da raiz deixa de ser ouvido por falantes vivos.
- Remotivação — Famílias colam uma história nova (um parente, um lugar) que sobrepõe o dicionário.
Debates
- Quanto sentido os pais deveriam saber? — O bastante para evitar insultos e contar uma história suficientemente verdadeira. Não o bastante para prever uma vida.
- Nomes transparentes são melhores? — Em algumas línguas a opacidade seria estranha. Em inglês, a opacidade é normal. Nenhum é moralmente superior.
- Escolas deveriam ensinar etimologia de nomes? — Como história e migração, sim. Como ciência de traços, não.
Se um sentido não pode ser notado em rodapé, é marketing.