Os químicos do século XIX já sabiam que o solo respira. O vigésimo adicionou nomes, antibióticos e muito DNA.
A micorriza de Frank (1885) e os nódulos de Hellriegel ensinaram que as raízes não estão sozinhas.
Linha do tempo
Albert Bernhard Frank inventa micorriza para uniões de raízes de fungos.
Sergei Winogradsky mostra que os micróbios podem viver da química inorgânica.
A fixação de nitrogênio nas leguminosas está ligada a nódulos radiculares vivos.
Os primeiros livros tratam o solo como um sistema biológico, não como mera sujeira.
O laboratório de Selman Waksman isola um medicamento para tuberculose derivado do solo.
Depois que os métodos de rRNA se espalharam, o solo se tornou um catálogo de linhagens invisíveis.
O DNA direto do solo ignora a cultura.
Os consórcios tentam mapear os biomas do solo da mesma forma que os oceanos foram mapeados.
A história são fazendas, compostagem e a dívida da clínica com a sujeira.
Continuar a explorar
Mais em Aliados benéficos
Microbioma intestinal
Uma comunidade intestinal diversificada alimentada por fibras – nem uma única lista de espécies ideais e nem uma loja de produtos de bem-estar.
Familiaridade 88Probióticos
Micróbios vivos em alimentos ou cápsulas – hóspedes específicos de cepas, não um microbioma completo e sem orientação médica.
Familiaridade 90Fermentação
Micróbios transformando alimentos em kimchi, doenjang, iogurte e outros artesanatos vivos – química mais cultura.
Familiaridade 85Microbioma da pele
Uma película viva específica do local – bairros oleosos, húmidos e secos, não um invólucro esterilizado.
Familiaridade 62Ciclo do nitrogênio
Como os micróbios transportam o nitrogênio entre o ar, o solo, a água e os alimentos — além do atalho industrial que alimenta bilhões de pessoas.
Familiaridade 40