David Ogilvy
Ex-cozinheiro de hotel em Paris, vendedor de fogões Aga e pesquisador da Gallup, Ogilvy fundou sua agência em Nova York em 1948, aos 37 anos, sem nenhum cliente americano, e a transformou em uma rede global. Sua doutrina criativa orientada para a pesquisa - e Confissões de um publicitário (1963) - fez dele o professor mais citado da profissão.
Preparando a campanha de 1951 para a Hathaway, uma pequena fabricante de camisas do Maine que não fazia propaganda há mais de um século, Ogilvy parou em uma drogaria a caminho da sessão de fotos e comprou um tapa-olho de US$ 1,50 para o modelo, Barão George Wrangell. "O Homem da Camisa Hathaway", publicado apenas na The New Yorker com um orçamento minúsculo, gerou intriga instantânea e vendas nacionais para uma marca desconhecida - e deu à publicidade sua lição clássica sobre o poder de um único detalhe cativante, que Ogilvy chamou de "apelo de história".
“Um detalhe concreto e curioso pode vender mais que páginas de afirmações – dar ao leitor uma história para terminar.”