A noite operacional é uma data. A história investigativa é uma geração de pistas que não devolveram arte.
As datas abaixo seguem declarações públicas do museu e do FBI, não cronologias de rumor.
Timeline
- Fenway Court abre
Isabella Stewart Gardner abre o museu em Boston. A coleção é instalada como um palácio pessoal, não como uma galeria rotativa.
- O testamento de Gardner
O testamento exige que a disposição dos objetos permaneça como ela a deixou, trancando os curadores posteriores na escolha das molduras vazias após 1990.
- Treze obras levadas
De madrugada o museu perde Vermeer, dois óleos de Rembrandt, uma gravura de Rembrandt, um Manet, cinco obras de Degas, um Flinck, um gu de bronze e um remate de bandeira.
- Abre o caso do FBI
O escritório de campo de Boston toma a investigação federal. Imagens das obras em falta circulam por dealers, alfândegas e Interpol.
- O prazo do roubo corre
O período federal de cinco anos sobre o roubo original expira. Teorias posteriores de posse e de transporte permanecem disponíveis.
- Molduras vazias como fixture
Sob a diretora Anne Hawley as salas rehangidas com molduras vagas tornam-se a declaração pública permanente do museu.
- Pretensão de identificação do FBI
A Secretaria diz acreditar que figuras falecidas do crime organizado executaram o roubo e que a arte circulou depois. Nenhuma recuperação se segue.
- Apelo público em vídeo
Os investigadores libertam material público adicional e voltam a pedir informação sobre o manejo posterior das obras.
- Recompensa a US$ 10 milhões
O museu aumenta a oferta pela devolução das treze obras em bom estado, mantendo o caso nas notícias internacionais de crime de arte.
- Ainda aberto
A reportagem de aniversário repete o mesmo score de recuperação: zero. O FBI e o museu continuam a tratar o dossiê como ativo.
Após 2013 a cronologia acrescenta recompensas e lembretes, não restituições.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.