Isabella Stewart Gardner
Fundadora e autora jurídica da disposição
Colecionadora de Boston que abriu o Fenway Court em 1903 e morreu em 1924. O testamento ainda proíbe rearranjar a coleção, o que explica por que o roubo é visível como molduras vazias e não como uma parede discretamente remendada.
Pessoal noturno, 18 de março de 1990
Empregados do museu de serviço
Os dois vigias de serviço nessa noite deram o primeiro relato de homens que se apresentavam como polícias. Foram investigados e não acusados como ladrões. As declarações permanecem parte do registro de abertura, não uma identificação fechada.
Anne Hawley
Diretora do museu, 1989–2015
Assumiu a direção meses antes do roubo e passou o mandato em apelos de recuperação, reconstrução de segurança e na decisão de conservar as molduras. Tornou-se o rosto do dossiê inacabado do museu.
Agentes de crime de arte do FBI Boston
Investigadores federais
O escritório de campo de Boston deteve o caso ao longo de gerações de agentes. A pretensão pública de 2013 de que os ladrões tinham sido identificados foi a sua declaração mais visível. Não acabou numa conferência de imprensa de recuperação.
Robert Gentile
Figura de Connecticut em filagens posteriores
Um homem de Connecticut cuja casa e declarações foram examinadas na década de 2010 após informadores o ligarem a conversas sobre a arte. As buscas não produziram as obras. Negou saber a localização. É uma pista investigativa documentada, não um ladrão Gardner condenado.
Stephen Kurkjian
Investigador do Boston Globe e autor
Um repórter de longa data do Globe cujo livro posterior Master Thieves reuniu as hipóteses de crime organizado de Boston. O seu trabalho está ao lado de The Gardner Heist de Ulrich Boser como o principal dossiê narrativo fora do FBI.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico nem tutorial. Guerras ficam noutro atlas.