Os naufrágios foram salvados, minados, venerados. O mergulho recreativo num naufrágio começa quando o Aqua-Lung torna possível um circuito exterior guiado para não-profissionais.
A história é um túmulo, um recife artificial e um cartão de especialidade que mais tarde encontra um estatuto de parque.
Cronologia
- Yongala perdida
Afunda ao largo de Queensland; depois um naufrágio histórico protegido na GBR.
- Thistlegorm afundada
Bombas no Mar Vermelho; a carga (camelos, motos BSA) faz um naufrágio de massa.
- Frota de Coron
Navios japoneses afundados; hoje um sítio de penetração e de história.
- Cousteau na Thistlegorm
Descoberta pública que vende o naufrágio como sonho.
- Programas de recife artificial
Navios afundados de propósito tornam-se recintos desportivos.
- Cartões de especialidade
A PADI e outras escrevem cursos «exterior e penetração».
- Boom técnico de naufrágio
Liveaboards de massa e filtros de tecto.
- Regras de permit e de túmulo
Parques e marinhas escrevem o que os cartões não substituem.
Épocas
- Até 1950 — Salvamento e túmulos — Trabalho, minas, perda.
- 1950–1980 — Descoberta desportiva — Os primeiros circuitos exteriores guiados.
- 1980–2000 — Cursos e permits — Cartões de especialidade, túmulos protegidos, multas.
- 2000–hoje — Massa e técnica — Liveaboards de massa e filtros de tecto.
Marcos
- Estatutos de naufrágio histórico — A Yongala e outros tornam-se museus, não pedreiras.
- Cursos de especialidade de naufrágio — Uma camada de educação que não é um permit de parque.
- Recifes artificiais como especialistas — Uma ética diferente da dos túmulos.
- Formação de tecto — TDI/IANTD e pares para o que já não é desporto.
O naufrágio desportivo é um circuito exterior guiado. A penetração é outro desporto que sente o mesmo aço.