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Mergulho em naufrágio

Origens

Do salvamento e dos túmulos aos recifes artificiais.

Os naufrágios foram salvados, minados, venerados. O mergulho recreativo num naufrágio começa quando o Aqua-Lung torna possível um circuito exterior guiado para não-profissionais.

A história é um túmulo, um recife artificial e um cartão de especialidade que mais tarde encontra um estatuto de parque.

Cronologia

  1. Yongala perdida

    Afunda ao largo de Queensland; depois um naufrágio histórico protegido na GBR.

  2. Thistlegorm afundada

    Bombas no Mar Vermelho; a carga (camelos, motos BSA) faz um naufrágio de massa.

  3. Frota de Coron

    Navios japoneses afundados; hoje um sítio de penetração e de história.

  4. Cousteau na Thistlegorm

    Descoberta pública que vende o naufrágio como sonho.

  5. Programas de recife artificial

    Navios afundados de propósito tornam-se recintos desportivos.

  6. Cartões de especialidade

    A PADI e outras escrevem cursos «exterior e penetração».

  7. Boom técnico de naufrágio

    Liveaboards de massa e filtros de tecto.

  8. Regras de permit e de túmulo

    Parques e marinhas escrevem o que os cartões não substituem.

Épocas

Marcos

O naufrágio desportivo é um circuito exterior guiado. A penetração é outro desporto que sente o mesmo aço.

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