Os Jogos e as redes geraram procura para a qual os line-ups não foram construídos. A etiqueta local e as bandeiras argumentam contingente como infraestrutura.
Viagens PT/BR a Ericeira, Peniche, Floripa e Cabo Verde continuam o produto de outono — as mesmas rips.
Tendências
- Jogos e juventude ISA — Um calendário novo ao lado da WSL.
- Quantidade nos picos de iniciantes — Soft-tops em todo o lado; etiqueta não.
- Fatos e cultura atlântica — O produto de casa PT no outono.
- Foil e downwind — Vizinhos, não o mesmo desporto.
- Debate climático do swell — Sazonalidade como política.
Conservação
- Qualidade da água nas fozes — Mundaka e outras vivem do rio.
- Erosão de caminhos de acesso — Os parques passam a cobrar.
- Parafina e plástico — Pequeno, real.
- Quantidade nos recifes — Pipeline também é um habitat.
Acesso
- Quem paga a aula — A escola como luxo.
- Fatos para água fria — O acesso atlântico é dinheiro.
- Mulheres e locais no line-up — Etiqueta como justiça.
- Deficiência — Programas adaptados; raros, reais.
Perspetiva
- Manter as escolas honestas — Espuma branca primeiro.
- Tratar as bandeiras como lei — Ou os incidentes escrevem o capítulo.
- Jogos só se a praia continuar o dia a dia — Senão um museu.
O futuro do surf é uma bandeira e um soft-top. Um logótipo olímpico novo é opcional.