A cultura do surf divide-se: o pátio havaiano, o line-up local, e a noite WSL. Partilham água e quase nenhum vocabulário.
O outono em Ericeira e Floripa senta-se ao lado das escolas de Waikiki — o mesmo swell, outros interruptores.
Comunidades
- Watermen e escolas havaianas — A raiz como prática.
- Line-ups locais — Etiqueta como lei.
- Tour WSL — O pequeno pelotão.
- Viajantes atlânticos PT/BR — Cultura de fato, não só shorts.
Rituais
- Dawn patrol — A subcultura matinal global.
- Parafina no capô — O ritual pouco apetitoso e eficaz.
- Prioridade no line-up — A regra social.
Figuras
- Duke Kahanamoku — A cara pública da exportação.
- Shapers locais e salvavidas — A grelha da semana.
- Estrelas WSL — Broadcast de uns eventos a uns eventos.
- ISN e torres na Europa e no Brasil — A bandeira.
Retratos
- The Endless Summer / reels modernos — O texto de massa.
- Transmissões WSL — O calendário como teatro.
- Surf olímpico — Um quadro novo de broadcast.
- Campanhas de incidente e de rip — A melhor literatura pública.
A cultura deveria soar a uma bandeira e a um line-up. Soa vezes demais a um reel.