A etiqueta não consegue arrefecer o oceano. Pode parar perdas extra e estúpidas: pisoteio, âncoras, caça. Os parques dizem isso agora em voz alta.
As maneiras são a parte que os visitantes controlam. O calor é a parte sobre a qual votam em casa.
Tendências
- Encerramentos duros — Baías rotativas em vez de um «por favor» sem fim.
- Estatutos de protetor — A espalhar-se, contestados, incompletos.
- Aplicação de drone e selfie — Ferramentas novas, brigas novas.
- Carbono azul e ervas marinhas — Etiqueta que se estende para fora da cabeça de coral.
- Códigos de liveaboard — Escritos, às vezes verificados. Charters no Mar Vermelho e no Brasil sentam-se aqui.
Conservação
- Branqueamento — A emergência de fundo. A etiqueta não é um substituto.
- Pisoteio — Ainda a ferida específica do snorkeling.
- Âncora e esgoto — A etiqueta de barco também é etiqueta de recife.
- Economia de selfies com animais — A pressão nova.
Acesso
- Justiça das taxas — Os locais ainda precisam de entrar na sua própria água.
- Língua — Um briefing só em inglês é uma falha de segurança e de justiça; grupos PT/BR precisam do pictograma e do guia.
- Pontões acessíveis — Possíveis; raros.
- Dias de ciência contra turismo — Os cays de investigação mostram um modelo.
Perspetiva
- Menos baías famosas, melhor guardadas — O futuro honesto.
- Direito consuetudinário de volta ao briefing — Sobretudo no Pacífico.
- Ligar a política de calor ao pictograma — Ou o pictograma vira etiqueta de museu.
A etiqueta é a lei pequena. A lei grande é a temperatura. Este capítulo escreve só a pequena.