A etiqueta fala sobretudo de não magoar o habitat. Algumas regras também afastam pessoas de coral-de-fogo, peixe-leão e donzelas territoriais. Sem página médica.
Um corte de coral é um problema clínico de limpeza. Uma colónia partida é um problema de século.
Perigos
- Coral-de-fogo e hidrozoários — Olhar, não esfregar.
- Peixe-leão e peixe-pedra — Em alguns mares; arrastar os pés na areia, não no recife, se se vadear.
- Donzelas territoriais — Uma dentada cómica que mesmo assim significa: estão no ninho.
- Encandeamento de luz nocturna — O vosso e o do animal.
- Cicatriz de âncora como perigo de grupo — Um barco que não consegue amarrar não deve «simplesmente largar».
- Pânico de multidão — Uma máscara embate num matagal raso e leva a ficar de pé. Ficar de pé é a lesão do recife.
Regras
- Não tocar, não levar, não caçar — O código inteiro em seis palavras.
- Usar amarrações — Ou derivar. Não inventar uma âncora num bommie.
- Seguir sinais dos guardas — Um apito não é áudio opcional.
- Reportar dano e tours de ração — Os parques não podem punir o que nunca ouvem.
- Noite: um feixe, para baixo — Ver o capítulo de mergulho nocturno.
Bandeiras vermelhas
- Um guia que distribui pão — Recusar e dizer porquê.
- Um pau de selfie no matagal — Parar o grupo.
- Alguém que mete uma concha no bolso — Agora o problema do parque.
- Ramos branqueados ou recém-partidos sob joelhos — Sair da foto.
Primeira resposta
- Arranhão de coral — Água limpa, depois clínica se for um corte de recife — infectam-se. Sem protocolo.
- Picadas — O cartão local do parque em vez de mito da internet.
- Não é conselho médico — Feridas marinhas precisam de clínicos.
As bandeiras vermelhas são sociais. Os primeiros socorros são cuidado habitual de ferida mais clínica, sem folclore de vinagre.