O Mar Vermelho continua um produto de ano inteiro acessível a partir da Europa; do Brasil compete com o próprio litoral. Quantidade, conversa de branqueamento e vento decidem a semana.
O horizonte é mais ofício de recife de casa e menos folclore de arco.
Tendências
- O charter continua — Sharm, Hurghada, Marsa Alam.
- Contingentes de liveaboard — O Thistlegorm satura.
- Conversa de branqueamento — O mesmo calor.
- Dahab como alternativa à quantidade — Outro ritmo, a mesma física.
- Preparação CMAS em casa — Pavilhão e mar antes do voo.
Conservação
- Âncora e esgotos — A desordem própria.
- Etiqueta da Yolanda e dos naufrágios — A porcelana não é souvenir.
- Erva marinha e dugongo — Abu Dabbab.
- Quantidade no cais — Hélices.
Acesso
- Quem paga o charter — O produto como defeito — e como luxo para outros.
- Língua dos briefings — Os grupos PT/BR precisam de pictograma e guia.
- Acessibilidade — Cais desiguais.
- Sinai vs. continente — Duas logísticas.
Perspetiva
- Endurecer o checkout como defeito — Ou os incidentes escrevem o capítulo.
- Matar o folclore do arco — O bordo chega.
- Pagar parque e permit — O orçamento dos guardas.
O futuro do Mar Vermelho para PT/BR é um checkout e um recife de casa. Um logótipo novo de arco é opcional.