O Mar Vermelho é um mar de rift cuja água de lazer são paredes, naufrágios e cais. O destino é filme de Cousteau, clubes do Sinai e de Hurghada dos anos 1970–80, um parque nacional em 1983, e um Thistlegorm que se tornou um postal de porão.
O wow é alto. O acesso a partir de PT/BR existe mas é menos o produto por defeito do que o Brasil ou Cabo Verde; Sharm, Hurghada, Marsa Alam e Dahab continuam o charter clássico. A sazonalidade é mais baixa do que Raja Ampat porque a água fica aberta o ano inteiro; o vento khamsin e o calor do convés continuam reais. O risco é médio-alto por deriva, naufrágios e folclore do Blue Hole.
Este capítulo é um atlas de lugar, não uma entidade certificadora, nem conselho médico, nem briefing. Os parques egípcios, o vento do dia e um briefing local do Blue Hole passam à frente.
Perguntas frequentes
Ras Mohammed é um parque?
Sim. Parque nacional desde 1983 na ponta do Sinai. Shark Reef e Yolanda são água de parque, muitas vezes uma deriva.
O Thistlegorm é penetrado?
Os porões são tecto. O defeito recreativo é o exterior. Ver mergulho em naufrágio.
O Blue Hole é um primeiro sítio?
O bordo deixa-se fazer snorkeling. O arco é folclore fatal documentado, não um diploma.
Jackson Reef?
Estreito de Tiran; corrente e barcos. O briefing ganha.
Elphinstone e os Brothers?
Paredes offshore, muitas vezes liveaboard. Não o primeiro dia de recife de casa.
Abu Dabbab?
Erva marinha e dugongos em Marsa Alam; etiqueta e distância.
Todo o Mar Vermelho é o Egipto?
Não. O foco deste atlas é o produto recreativo egípcio que PT/BR realmente voa. Sudão e Arábia Saudita são outras logísticas.
Briefing ao vivo?
Não. Vento, parques e perfis pertencem a um centro no dia.