A barreira ao primeiro corredor é baixa: um fato que assenta, uns óculos que vedam, e uma touca nos pavilhões que a exigem. Tudo o resto é ferramenta de treino, não bilhete.
Os sacos de clube parecem mais pesados porque palas, barbatanas e um snorkel são ferramentas de coaching. Não tornam uma sessão pública de 25 m mais válida.
Equipamento base
- Fato — Fatos de treino são duráveis e levemente compressivos. Techsuits de prova são para competição, não para a terça-feira.
- Óculos — Uma vedação que assenta na órbita vale mais do que a marca. Levar uma correia extra no saco.
- Touca — Látex ou silicone. Muitos banhos municipais exigem touca para o cabelo não ir aos filtros.
- Prancha — Para séries de pernas e iniciação. Uma prancha de espuma barata chega.
- Pull-buoy — Fica entre as coxas para isolar a puxada. O uso excessivo esconde um pontapé fraco.
- Relógio de ritmo ou relógio — Os relógios de parede desaparecem; um relógio desportivo simples é a partida moderna.
Opcional
- Barbatanas curtas — Zoomers para técnica de pernas e tornozelos — não para fingir fitness.
- Palas — Aumentam a carga no ombro; maiores só sob olhar de treinador.
- Snorkel frontal — Snorkels centrais deixam ver a puxada sem rodar para respirar.
- Saco de rede — Impede que o fato molhado fermente num saco fechado.
Cuidado
- Enxaguar em água doce — Cloro e sal comem o elástico. Trinta segundos alongam a vida.
- Verificar a vedação dos óculos — Uma fuga no corredor é uma sessão gasta.
- Não cozer na máquina — O elástico morre.
- Secar o fato molhado — O bolor é o assassino silencioso.
Faixas de orçamento
- Início — Fato, óculos, touca, cartão de 10.
- Clube — Quota, não mais gadgets.
- Competição — O techsuit é uma linha de prova.
- Saltar — Um techsuit caro para as terças.
Gaste dinheiro no cartão de corredor e uns óculos que vedam. O pavilhão já é o produto.