A cultura do tanque parte-se em três: a aula escolar, o corredor masters ao amanhecer, e a transmissão olímpica. Partilham água e quase nenhum vocabulário.
Tradições de casa de banhos — Budapeste, tanques próximos do sento em Tóquio, lidos britânicos — sentam-se ao lado da natação de liceu norte-americana, um complexo mediático próprio.
Comunidades
- Natação masters — Clubes de adultos sob federações nacionais; treino e prova ocasional, não o corte juvenil.
- Natação de liceu e NCAA (EUA) — Uma conduta própria com dual meets, cortes e bolsas que na maior parte dos países não existe.
- Sociedades de lido e tanque descoberto — Lidos do Reino Unido e ocean baths australianos mantêm um público social e sazonal que não é um clube.
- Redes de professores de iniciação — FPN, CBDA, ISN e professores municipais são o trabalho por trás da aula da cidade.
Rituais
- Clube da manhã — O corredor das 5:30–7:00 é uma subcultura mundial com café e regras de silêncio próprias.
- Touca e duche — Muitos pavilhões da Ásia Oriental exigem touca e duche antes de entrar — higiene como ritual.
- Caos do aquecimento de prova — Os últimos 20 minutos de um aquecimento de campeonato são uma forma cultural conhecida: cheio, alto, codificado.
Figuras
- Johnny Weissmuller (EUA) — Sprinter olímpico, depois Tarzan — a primeira estrela global da natação da era do som.
- Dawn Fraser (AUS) — Uma história pública de estilo e sprint.
- Nadadores-salvadores municipais — A grelha da semana.
- Professores de iniciação FPN/CBDA — O produto de aprendizagem lusófono.
Retratos
- Transmissões olímpicas — O texto de massa.
- Romances e filmes de banho municipal — O pavilhão como sociedade.
- Protocolos de provas masters — A melhor literatura.
- Títulos de energia sobre fechos de pavilhão — O presente sob o folheto.
A cultura deveria soar a calendário de corredor e a nadador-salvador. Soa vezes demais a uma noite olímpica.