Marcelo Caetano
Sucessor de Salazar; rendeu-se no Carmo. Morreu no exílio brasileiro.
Pessoas e debates em torno da Revolução dos Cravos.
História educativa. As cifras de baixas são intervalos documentados. Isto não é conselho operacional, nem um ranking de nações, nem um tutorial de armas ou golpes.
O cravo e a Grândola são o par global. Salgueiro Maia é a cara do capitão. Cabral é o rosto africano que salta as histórias inglesas.
Caetano no Carmo é o último alambique do regime.
Sucessor de Salazar; rendeu-se no Carmo. Morreu no exílio brasileiro.
O general do livro e o Carmo se rendem; não sobrou o MFA, e logo sairá.
Planejou os movimentos de Lisboa; mais tarde, um número controverso do PREC e um julgamento na década de 1980 – uma longa vida após a morte.
O jovem oficial do Carmo televisionado – rosto popular dos capitães.
Morto em 1970; seu sistema durou até os capitães. O fantasma do Estado Novo.
A face civil-militar da esquerda do MFA em 1974-75 – admirada e temida.
Um pólo democrático civil através do PREC e mais tarde do primeiro-ministro/presidente – a longa vida após a morte europeia.
Assassinado em 1973; a sua guerra foi a razão pela qual os capitães portugueses se mudaram. Um ícone africano da causa, morto antes do 25 de Abril.
O vivo argumento português; esta página registra ambas as leituras.
Lisboa sim; as guerras coloniais e Angola 1975 não. Ambos os relógios.
Spinola não é um Pinochet português – projecto diferente. Não destrua os oficiais da década de 1970.
A Coreia de 1979 é a gêmea negra deste atlas, e não uma prima a ser copiada.