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P Revolução dos Cravos

História

História datada da Revolução dos Cravos (25 de abril de 1974 (dia do golpe; PREC à constituição de 1976)) em Lisboa e nas forças armadas portuguesas; réplicas em Angola, Moçambique, Guiné-Bissau.

História educativa. As cifras de baixas são intervalos documentados. Isto não é conselho operacional, nem um ranking de nações, nem um tutorial de armas ou golpes.

Comece pela Guiné e Angola, não por uma banca de flores. A guerra é o prefácio.

A morte de Salazar (1970) não abriu o regime; os capitães fizeram.

Linha do tempo

  1. Guerras africanas

    A ferida dos oficiais.

  2. O livro de Spínola

    Portugal e o Futuro – crack público.

  3. Sinal de rádio/unidades em movimento

    Grândola; Lisboa garantida.

  4. Carmo se rende

    Caetano cede a Spínola.

  5. Quatro mortos

    PIDE/DGS dispara contra multidão.

  6. Spinola x MFA saiu

    A junta argumenta.

  7. Crises de Spínola

    Ele sai; PREC se aprofunda.

  8. Independências

    Angola, Moçambique – e a guerra de Angola.

  9. 25 de novembro

    Um dia militar posterior que interrompeu a tendência ao conflito civil.

  10. Constituição

    Um aprisionamento democrático.

Épocas

Guerra do império tardio

Três frentes africanas.

O dia

MFA, cravos, Carmo.

PREC / descolonização

Revolução em casa; independências no exterior.

Dia de estabilização

Uma segunda intervenção militar que a memória portuguesa ainda discute.

Democracia

Constituição; mais tarde UE Portugal.

Marcos

Ditadura terminou com quatro mortos em Lisboa

O fato da intensidade.

Guerras coloniais encerradas

Os últimos grandes da Europa.

Constituição de 1976

A democracia travada depois de um ano barulhento.

25 de novembro de 1975 faz parte da história que a cópia de flores inglesa omite.

A UE Portugal é uma sequela e não uma negação do caos do PREC.

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