Guerra do império tardio
Três frentes africanas.
História datada da Revolução dos Cravos (25 de abril de 1974 (dia do golpe; PREC à constituição de 1976)) em Lisboa e nas forças armadas portuguesas; réplicas em Angola, Moçambique, Guiné-Bissau.
História educativa. As cifras de baixas são intervalos documentados. Isto não é conselho operacional, nem um ranking de nações, nem um tutorial de armas ou golpes.
Comece pela Guiné e Angola, não por uma banca de flores. A guerra é o prefácio.
A morte de Salazar (1970) não abriu o regime; os capitães fizeram.
A ferida dos oficiais.
Portugal e o Futuro – crack público.
Grândola; Lisboa garantida.
Caetano cede a Spínola.
PIDE/DGS dispara contra multidão.
A junta argumenta.
Ele sai; PREC se aprofunda.
Angola, Moçambique – e a guerra de Angola.
Um dia militar posterior que interrompeu a tendência ao conflito civil.
Um aprisionamento democrático.
Três frentes africanas.
MFA, cravos, Carmo.
Revolução em casa; independências no exterior.
Uma segunda intervenção militar que a memória portuguesa ainda discute.
Constituição; mais tarde UE Portugal.
O fato da intensidade.
Os últimos grandes da Europa.
A democracia travada depois de um ano barulhento.
25 de novembro de 1975 faz parte da história que a cópia de flores inglesa omite.
A UE Portugal é uma sequela e não uma negação do caos do PREC.