A pesquisa sobre talento empreendedor vai desde Joseph Schumpeter (1911) até críticas posteriores. Mecanismos são sistemas interativos.
As porcentagens de evidências abaixo são julgamentos relativos para este atlas, e não estatísticas precisas fabricadas. Os estudos nomeados mantêm suas bandas publicadas.
Achados
- 1911 · José Schumpeter — Novas combinações conforme o trabalho Uma função, posteriormente psicologizada.
- 1973 · Israel Kirzner — Prontidão Vendo lacunas sem preço – uma afirmação cognitiva, difícil de testar de forma clara.
- 2001 · Saras Sarasvathy — Efetuação Os fundadores especialistas geralmente partem dos meios; ainda é um programa debatido.
- 1905–19 · Senhora CJ Walker — Um empreendimento em escala sob exclusão Um arquivo de sistemas de vendas, não um gene místico.
- década de 2010 · Estudos de acelerador — Redes e seleção Programas do tipo YC misturam ensino com escolha de vencedores – identificação confusa.
- sempre · Críticas sobre preconceito de sobrevivente — Empresas mortas desaparecem do programa Os métodos alertam que mantém as pontuações das evidências modestas.
Mecanismos
- Observação de oportunidade — O estado de alerta de Kirzner – treinado por horas de domínio.
- Meios-primeira montagem — Sarasvathy: quem eu sou, o que tenho, quem conheço.
- Regras de resistência e parada — O meio feio, mais o talento de desistir.
- Coordenação de outras pessoas — Vendas, contratações, investidores – liderança se sobrepõe a resíduos negativos.
Evidência
Walker, Honda, Zhang – arquivos, não n.
Influente, ainda discutiu.
Esparso, com muita seleção.
Suave e tendencioso para os sobreviventes.
Sociologia ≠ classificação dos povos.
Debates
- Alerta inato versus horas de domínio — Kirzner versus Ericsson-em-um-mercado. Ambos podem ser contados; horas são mais ensináveis.
- Herói versus equipe — A biografia adora um rosto. A maioria das empresas sobreviventes são coligações.
- Ensinar versus escolher — Os aceleradores criam talentos ou apenas os fotografam?
Talento empreendedor: dimensione a pretensão ao estudo. A interação, e não um slogan 50/50, é o modelo padrão.
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