O chinês literário forneceu um inventário compartilhado de caracteres pelo Leste Asiático. Leituras e leis locais depois divergiram.
Estados modernos acrescentaram registros e listas de caracteres permitidos, o que transformou caligrafia em conformidade.
Linha do tempo
- Nomes teofóricos e de virtude
Prenomes chineses antigos já usavam caracteres como esperanças composicionais.
- Poemas geracionais
Linhagens de elite sistematizaram caracteres geracionais compartilhados.
- Listas de linhagem
Famílias mantinham ordens geracionais escritas — burocracia de parentesco antes do Estado moderno.
- Sobrenomes Meiji + registros
O Japão exigiu sobrenomes e apertou a pessoa escrita oficial.
- Opções só em hangul na Coreia
Prenomes em hanja permaneceram comuns mesmo com a alfabetização em hangul e as contagens posteriores da KOSTAT.
- Reformas tōyō/jōyō japonesas
Listas de caracteres para a educação transbordaram para a prática de nomes.
- Lista de kanji jinmeiyō
O Japão listou explicitamente caracteres extras permitidos em prenomes.
- Mercado de apps de sorte
Produtos de contagem de traços escalaram; este atlas os recusa como ciência.
Eras
- Literária — Mundo compartilhado de caracteres — Uma elite letrada podia ler nomes através das polícias.
- Linhagem — Poema como algoritmo — O caractere geracional era agendado.
- Registro — Koseki e arquivos familiares — O Estado virou a autoridade da fonte.
- App — Sobreposição de sorte — Uma camada comercial que esta página não vai usar.
Mudancas
- Do padrão hanja ao hangul opcional Korea, late 20th c. — Visível nas misturas da KOSTAT por ano — descrição histórica.
- Do pincel aberto à lista fechada Japan, 20th c. — Jinmeiyō como atrito jurídico.
- Do só-parentesco à romanização da diáspora Global — O caractere e a string latina os dois precisam funcionar.
A cultura profunda é real. A indústria dos traços sortudos é um parasita dessa cultura.