Observações independentes em 1915–1917 mostraram algo que comia colônias bacterianas. Félix d'Hérelle nomeou bacteriófago e tentou terapia antes que os antibióticos existissem.
As clínicas ocidentais mudaram em grande parte para os antibióticos após a década de 1940. As escolas soviéticas e georgianas mantinham coleções de fagos. A biologia molecular nasceu em laboratórios de fagos nesse meio tempo.
Linha do tempo
Frederick Twort descreve a dissolução vítrea de micrococos – uma observação inicial de fagos.
Félix d'Hérelle cria o bacteriófago e inicia tentativas terapêuticas em Paris.
A escola de George Eliava em Tbilisi constrói uma tradição duradoura de medicina fágica.
Testes de flutuação com fagos provam que as mutações bacterianas são aleatórias e não direcionadas.
Experimentos com liquidificadores T2 estabelecem o DNA como material hereditário.
Um minúsculo fago de RNA torna-se um modelo; seu genoma é posteriormente o primeiro totalmente sequenciado (1976).
Barrangou e colegas mostram que os espaçadores conferem resistência a fagos em Streptococcus thermophilus.
Casos documentados de último recurso devolvem a terapia fágica às revistas ocidentais – ainda não um kit caseiro.
As manchetes de hoje reciclam uma ideia antiga com uma nova sequência. A ética permanece clínica, não do tipo “faça você mesmo”.
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