Som ritual, tradição oral
Durante a maior parte deste período, a música não deixou nenhum registo separado do resto da vida religiosa e comunitária: os instrumentos acompanhavam o ritual, o mito e o luto, e a habilidade passava directamente de músico para músico, sem nada escrito. Pinturas de tumbas egípcias antigas e tabuletas de argila da Mesopotâmia mostram harpistas, cantores e músicos de templo ligados a deuses ou cortes específicos, mas quase nenhum é conhecido pelo nome – a música era uma função desempenhada para um rito, ainda não uma arte pessoal e creditada.