How much status the profession carried in each era, on a 0–100 scale.
Antes do voo espacial (até 1957)O papel existiu apenas na ficção e em seus precursores – balonistas da estratosfera e pilotos de testes de aviões-foguete, admirados na aviação, mas anônimos fora dela, morrendo em acidentes relatados nas páginas internas.
Corrida Espacial (1961–1972)Gagarin, Glenn, Tereshkova e as tripulações da Apollo eram indiscutivelmente as pessoas mais célebres do planeta – saudados por milhões, condecorados por chefes de estado, as vidas das suas famílias vendidas a revistas. Nenhuma profissão, antes ou depois, alcançou esse pico de puro prestígio.
Rotina do ônibus espacial (1981-1986)Voando a cada poucos meses com tripulações de sete pessoas, os voos espaciais foram deliberadamente comercializados como rotina, e os astronautas individuais desvaneceram-se para o anonimato - até que a perda do Challenger em 1986 restaurou, a um custo terrível, a compreensão pública dos riscos do trabalho.
Era da estação (1990-2010)Os astronautas tornaram-se profissionais respeitados, mas em grande parte anônimos: viagens de seis meses, ciência às centenas de experimentos, a maioria do público incapaz de nomear um único aviador ativo. O prestígio permaneceu elevado na ciência e na aviação; a celebridade praticamente evaporou.
Era comercial (2020-presente)Lançamentos renovados, tripulações da Artemis Moon e astronautas fluentes nas redes sociais restauraram parcialmente o glamour, mesmo quando os passageiros pagantes confundem os limites do título - um salto suborbital da Blue Origin e um ano na estação agora compartilham uma palavra.